terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Família Jackson vai a tribunal para ouvir acusação contra médico

Jackie e LaToya Jackson compareceram no tribunal nesta terça-feira para ouvir depoimentos acusando o médico Conrad Murray de matar seu irmão, Michael Jackson, com uma overdose de poderosos sedativos. A mãe de Jackson, Katherine, também foi à audiência prévia ao julgamento, que avalia o papel do Dr. Conrad Murray, acusado de homicídio culposo na morte do "rei do pop", em junho de 2009.

O pai, Joe Jackson, embora não estivesse presente para o início das duas semanas de audiências, já foi citado negando as afirmações de que Michael teria se matado ao tomar os medicamentos por conta própria.

"Ele é um Jackson. Ele não pensa assim. Um mês antes de morrer, disse a Katherine que eles iam matá-lo por seu catálogo de publicações", afirmou ao site X17online.com, de notícias sobre celebridades, sem dizer quem eram "eles". "Ele disse que iam matá-lo. Por que ele iria se matar?", acrescentou Joe Jackson, que, segundo o X17online, estava em Las Vegas.

Não se sabe se algum membro da família Jackson irá testemunhar nas audiências do Corte Superior de Los Angeles, ou se simplesmente assistirão aos procedimentos. Na audiência preliminar, o juiz da Corte Superior de Los Angeles, Michael Pastor, decidirá se há evidências suficientes para denunciar Murray, de 57 anos, por homicídio culposo, que é matar sem a intenção de fazê-lo.

Murray, um cardiologista, é acusado de ter administrado um poderoso coquetel de sedativos e analgésicos para ajudar Jackson a dormir, e alega inocência das acusações. Jackson morreu aos 50 anos de parada respiratória em 25 de junho de 2009.

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Saraiva