segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Testemunhas de defesa do médico de Michael Jackson depõem

Conrad Murray é julgado pela morte do 'rei do pop'. Foto: Reuters

Nesta segunda-feira, 24, teve início o interrogatório das testemunhas de defesa do médico de Michael Jackson, Conrad Murray. Nas quase quatro semanas de duração do júri, haviam sido ouvidas apenas as testemunhas da promotoria. Murray é acusado de homicídio culposo na morte do cantor, morto em 25 de junho de 2009.

Entre os depoimentos do dia, o detetive Orlando Martinez, do Departamento do Homicídios da Polícia de Los Angeles, confirmou ter encontrado algumas bolsas de medicação intravenosa contendo propofol na casa do astro.

Outra testemunha à favor do médico foi a nutricionista do cantor, Dra. Cherilyn Lee. Ela confirmou que Jackson tinha problemas para dormir, além de se sentir constantemente fraco. Para resolver a questão, a especialista diz ter receitado um coquetel nutricional, que era aplicado por meio intravenoso.

De acordo com a Dra. Lee, o cantor se sentiu tão satisfeito com os bons resultados do tratamento que chegou a convidá-la para acompanhá-lo durante as 50 apresentações que faria em Londres.

Antes de finalizar o depoimento, a nutróloga ainda confirmou que nunca ouviu o astro reclamar do Dr. Murray, pois confiava nele. Conrad Murray, que se declarou inocente da acusação de homicídio culposo, enfrenta um máximo de quatro anos de prisão se for condenado.

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Saraiva