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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Quincy Jones processa espólio de Michael Jackson por royalties


O produtor musical Quincy Jones entrou com uma ação na Justiça na sexta-feira contra o espólio de Michael Jackson, pedindo milhões de dólares em royalties que ele diz terem sido obtidos com os grandes sucessos do cantor depois de sua morte.

Jones, que trabalhou nos três maiores álbuns solo de Jackson - "Off the Wall", "Thriller" e "Bad" - também citou a Sony Music Entertainment, empresa ligada ao selo de Jackson, a Epic Records, na queixa contra quebra de contrato.

Jones acusa a gigante da musica e a companhia controlada pelo espólio de Jackson, a MJJ Productions, de lhe negarem royalties, remuneração e participação nos lucros ao explorarem o trabalho de Jackson no filme musical póstumo "This Is It".

Sua petição, levada à Corte Superior de Los Angeles, também menciona duas produções do Cirque du Soleil baseadas na música de Jackson, trilhas sonoras e a edição de 25º aniversário de "Bad".

De acordo com a ação, gravações master de canções produzidas por Jones foram mixadas e editadas para impedir que o produtor, que já ganhou 27 Grammys, recebesse compensação a que tem direito por acordos firmados com Jackson nos anos 1970 e 80.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Júri inocenta empresa de shows pela morte de Michael Jackson


O júri que discutia se a AEG Live tinha responsabilidade na morte de Michael Jackson considerou que a promotora de shows não é civilmente responsável pela morte do "rei do pop", anunciou nesta quarta-feira em seu veredicto.

A decisão foi tomada por um tribunal popular da Corte Superior do condado de Los Angeles que entendeu que embora a companhia tenha contratado o médico Conrad Murray, condenado pelo homicídio do cantor, ele era competente para cuidar do artista.

A AEG Live foi processada em 2010 pela mãe de Michael Jackson, Katherine, em seu nome e no dos três filhos do "rei do pop", que acusavam a empresa de negligência por contratar Murray como médico do cantor e não supervisionar devidamente o estado de saúde do autor de "Thriller".

Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009 em Los Angeles por overdose de anestésicos, especificamente de propofol, fornecido por Murray e usado pelo artista para combater a insônia, poucas semanas antes de reestrear nos palcos em uma série de shows em Londres organizado pela AEG Live.

Murray foi condenado a quatro anos de prisão em 2011 por homicídio involuntário, e está previsto conseguir liberdade antecipada no próximo dia 28 de outubro.

Os Jackson alegam que a AEG Live tinha que ter cuidado melhor do "rei do pop" e reivindicaram nos tribunais que a empresa os indenizasse em até US$ 1,5 bilhão, valor relativo a renda que a família deixará de obter com a morte do cantor.

Ao longo dos cinco meses de julgamento, a AEG Live responsabilizou Jackson pela sua própria morte por abusar dos fármacos e negou uma relação contratual direta com Murray.

O júri, após quatro dias de deliberação, concluiu que a AEG Live tinha chegado a um acordo com o médico para que ele se encarregasse de zelar pelo bem-estar do artista durante as apresentações em Londres previstas para julho daquele ano e a potencial turnê mundial que se seguiria.

No entanto, os integrantes do tribunal determinaram que Murray estava capacitado para cumprir seu trabalho, o que livra a AEG Live de ter sido negligente neste caso.

O veredicto foi lido na presença de Katherine Jackson, que chegou aos tribunais apenas meia hora antes do início da sessão.

Site revela trechos do diário de Michael Jackson




Michael Jackson é um dos maiores nomes da música no mundo, mas parece que todo o sucesso que teve ainda não era suficiente. O site "Radar Online" teve acesso a trechos do diário do rei do pop que mostram sua vontade em ser o maior cantor de todos tempos, além de ser uma estrela maior que Grace Kelly e Fred Astaire. "Melhor que Kelly e Astaire", escreveu Jackson. "O melhor de todos entre Chaplin, Michelangelo e Disney - esses caras faziam perfeição e inovação sempre", completou ele.

As páginas do diário ainda contam o esquema de Michael para remodelar sua carreira na tentativa de ser imortalizado como seus ídolos. As notas arquivadas em um tribunal de Los Angeles, como parte do processo de sua morte, detalham como ele queria que seu médico pessoal, Conrad Murray, estivesse com ele e receitasse remédios na turnê "This is it".

Michael ainda escreveu que precisava da ajuda do médico, que o receitou doses letais de anestésicos, para poder dormir. "Conrad tem que praticar agora. Eu não posso ficar cansado depois de fazer o sono Rem", escreveu o cantor. "Contratar Conrad com exclusividade", disse ele em outra nota.

O pop star destacou também que ele queria que a AEG, a empresa responsável pela sua turnê, o ajudasse a desenvolver o remake de filmes clássicos como "Simbad e a Princesa", "Ali e os 40 ladrões" e "Vinte Mil Léguas Submarinas". Michael ainda queria criar a versão 3D do filme "Aladdin", animação da Disney e afirmou: "Se eu não me concentrar em cinema, não serei imortal".

Além dos filmes, Jackson também pretendia trabalhar em um musical sobre sua vida, batizado de "The great white way", e em uma linha de refrigerantes e biscoitos. Ele ainda falou sobre a vontade de conhecer Simon Fuller, o criador do programa "American Idol" e da banda Spice Girls, para tentar ajudar a levantar sua carreira. Em sentido oposto, ele mostrou sua rejeição ao ex-empresário, Tohme Tohme. "Tohme longe do meu dinheiro. Nenhum Tohme no avião no meu avião ou na minha casa", disse ele nos manuscritos.

O ganhador de 13 prêmios do Grammy, comentou sobre sua situação financeira: "Contratar um contador que eu confio e um advogado. Cuidado, Cuidado". Em outra nota ele escreveu: "Mãe, você precisa de dinheiro".

Atualmente os advogados de Katherine Jackson estão lutando para fazer as notas serem aceitas como evidências no processo de Michael, no entanto, a AEG, responsável pelas apresentações de Londres, argumenta que as notas são fofocas e não podem ser aceitas pelo juiz. "Simplesmente não há evidências que mostrem quando Michael Jackson escreveu as notas, porque ele escreveu e o que significam. Por isso, não há como dizer se as notas mostram os planos, motivações ou inteções de Michael Jackson", comentou um responsável pela empresa.

Katherine, de 83 anos, está processando a compania pela morte do filho alegando que os executivos da empresa contrataram que receitou os medicamentos para o cantor e por isso deve ser financeiramente ressarcida. A AEG afirma que Jackson manteve sua dependência química secretamente e que um contrato com Conrad nunca foi assinado.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Médico nega responsabilidade de produtora na morte de Michael Jackson


Uma gravação obtida pelo site TMZ pode causar uma reviravolta no processo bilionário da família de Michael Jackson contra a AEG, empresa que promoveria a série de shows This is It em 2009, não realizada devido à morte do cantor, semanas do início das apresentações. O registro traz o médico Conrad Murray admitindo, em telefonema feito a um amigo da prisão, que ele foi contratado pelo próprio Rei do Pop para prepará-lo para as apresentações, não pela produtora, como alegam os acusadores no caso. Na ligação de cerca de cinco minutos, Murray diz que Jackson lhe ofereceu pessoalmente o convite de ser seu médico pessoal na turnê e admite: a AEG na verdade queria contratar um profissional menos caro - o que não foi possível devido à insistência do cantor - e nunca ordenou um tratamento específico para cuidar de sua saúde - os pedidos de medicamentos teriam todos feitos por Jackson -, sequer sabendo com o que ele era tratado.

"Michael desprezava a AEG e se referia às pessoas que trabalhavam na empresa como cobras", prossegue Murray na gravação. "Michael também tinha um desdenho particular por Kenny Ortega, produtor e diretor da This is It. Ele chegou a me dizer que o odiava, pois Kenny não tinha ideia do sofrimento que estava causando nele com o ritmo de ensaios."

A família Jackson acusa a AEG de ter contratado o médico e pede bilhões de dólares como indenização. A produtora, no entanto, nega e diz que Murray era funcionário direto do cantor. Condenado a quatro anos de cadeia por negligência na morte de Jackson, em consequência de uma overdose do anestésico Propofol, Murray deve ganhar liberdade ainda neste ano, em outubro, antes de cumprir metade da pena. De acordo com o site Female First, o adiantamento de sua liberdade é devido ao bom comportamento do médico e à superlotação do sistema carcerário californiano.

Juíza isenta executivos da AEG Live pela morte de Jackson

Michael Jackson e sua mãe, Katherine

Los Angeles - Uma juíza de Los Angeles inocentou nesta segunda-feira dois diretores da produtora artística AEG Live no processo civil relacionado à morte do cantor Michael Jackson, mas a empresa propriamente dita continuará sendo ré.

A decisão da juíza Yvette Palazuelos beneficia os executivos Randy Phillips e Paul Gongaware, que haviam sido citados na ação sob a acusação de terem sido negligentes ao contratarem o médico Conrad Murray.

O médico cuidava de Jackson quando o artista sofreu uma letal overdose de medicamentos, na época em que se preparava para uma temporada de shows que seria realizada pela AEG em Londres. Ele já foi condenado criminalmente por homicídio culposo.

A AEG alega que o próprio Jackson escolheu Murray como médico. O processo movido por familiares de Jackson deve ir a júri ainda neste mês.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Filhos viram Michael Jackson com overdose


Os filhos de Michael Jackson o encontraram sofrendo de overdose oito anos antes de sua morte. Paris e Prince, filhos mais velhos do astro, tinham apenas três e quatro anos quando viram seu pai deitado no frio do lado de fora da suíte de seu hotel na Walt Disney World em Orlando, Florida, em 2001. Na época, o guarda-costas Michael La Perruque salvou o 'Rei do Pop' fazendo uma respiração boca-a-boca até que uma assistência médica chegasse para examiná-lo. 

A revelação de La Perruque surgiu no Tribunal Superior de Los Angeles onde a mãe do cantor, Katherine Jackson, e sua família estão processando a produtora AEG live em R$350 milhões, pois eles acreditam que os promotores contrataram de forma errada o Dr. Conrad Murray, que mais tarde foi condenado por homicídio culposo pelo seu papel na morte de Michael. Apesar disso, a AEG alega que foi Michael quem pediu por Dr. Murray e que a culpa pela sua morte por overdose do anestésico Propofol, em 2009, foi somente dele. 

O segurança insiste que nunca encontrou medicamentos no quarto de Michael, mas que havia sempre garrafas vazias de álcool espalhadas e que ele temia que eventualmente o cantor sofreria uma overdose. La Perraque contou aos juizes: "Eu tinha a preocupação de que, sim, ele poderia ter uma overdose." Ele falou que a estrela o ligava "pelo menos 30 vezes" em algumas noites. 

Em seu depoimento o segurança disse: "Sua voz era muito arrastada. Eu ouvia vários resmungos e não conseguia entender o que ele estava falando. Eu acho que ele apenas estava solitário e queria alguém para conversar"

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Conrad Murray quer processar a família Jackson

Conrad Murray disse que não quer mais depor sobre o caso Michael Jackson. Ele pretende soltar o verbo caso seja obrigado a falar novamente

Conrad Murray, o médico acusado de matar Michael Jackson, quer processar a família do cantor segundo informa o site "TMZ", nesta quarta-feira (24). Além da família, ele também pretende entrar com uma ação contra a produtora do cantor, AEG. O doutor pretende fazer um pronunciamento revelador em breve.

Segundo informações do veículo, a revelação que ele pretende fazer nas próximas semanas deve dar um novo rumo ao processo de morte do cantor. Entre as coisas que ele teria para dizer estão como Michel se relacionava com a família. Conrad acompanhou o músico por alguns meses desde que ele começou a ensaiar a turnê "This Is It", que nunca chegou a estrear em Londres.

"Por favor, parem. Este é meu último aviso para ambos os lados. Não me obriguem a depor. Considerem isto como um aviso nuclear. Já chega", disse Murray, durante uma conversa com um amigo por telefone. Ele não quer ser obrigado a depor

Ele foi intimado a depor pela justiça dos Estados Unidos no processo movido por Katherine Jackson, a mãe do cantor e tutora dos três filhos que ele deixou, contra a empresa produtora da turnê que ele iria estrear em Londres, a AEG.

domingo, 21 de julho de 2013

Mãe de Michael Jackson diz que cantor desistiu de famoso passo de dança

Mãe de Michael Jackson, Katherine Jackson, 83 anos, afirmou em um depoimento em vídeo, gravado para o processo contra a produtora AEG Live, que o cantor havia concordado em fazer a turnê This Is It porque estava ficando velho para o “moonwalk”, passo de dança que ficou famoso com o artista. "Ele estava sempre brincando que não queria fazer o 'moonwalk' no palco quando chegasse aos 50 anos", disse ela, em testemunho exibido para o júri na quinta-feira (18).

A família Jackson está processando a AEG, que organizou os shows do This Is It em Londres, por ter contratado sem investigação prévia o Dr. Conrad Murray - o médico foi condenado por homicídio culposo pela morte de Michael, em junho de 2009. A produtora, por sua vez, afirma que foi o cantor quem contratou Murray e pediu o anestésico que desencadeou em sua morte.

O julgamento começou em abril e deve seguir até setembro.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Filho de Michael Jackson vai depor em processo sobre morte do cantor

Os três filhos de Michael Jackson, Prince Michael, Paris e Prince Michael 2º, assistiram à estreia do show (Foto: Reuters)

Prince Jackson, filho mais velho do cantor Michael Jackson, deve depor nesta quarta-feira (26) no processo movido por sua família contra a produtora de shows AEG Live, disse um advogado da família.

O depoimento do adolescente, de 16 anos, ocorre quatro anos e um dia depois de Jackson morrer por causa de uma overdose de medicamentos, aos 50 anos. Na época, o chamado "Rei do Pop" se preparava para uma série de shows que seriam realizados pela AEG em Londres.

Executivos da empresa, o cozinheiro de Jackson e o coreógrafo dos shows já depuseram no processo civil, que começou em abril. A família alega que a produtora agiu com negligência ao contratar o médico Conrad Murray para acompanhar o cantor.

Em 2011, Murray já foi condenado por homicídio culposo, já que administrou a dose letal de sedativos a Jackson. Durante o atual processo, testemunhas têm dito que, em seus últimos meses, Jackson estava tão fraco que tinha dificuldades para executar as danças e se lembrar de letras de músicas.

A AEG alega que não contratou Murray nem supervisionava seu trabalho, e que Jackson já tinha problemas de dependência anos antes de ser contratado pela empresa. A produtora argumenta também que não tinha como saber que Murray poderia representar um risco para o cantor. A mãe de Jackson, Katherine, de 83 anos, aparece como autora da ação, junto com os três filhos do cantor -- Prince, Paris e Blanket.

Neste mês, Paris, de 15 anos, foi internada num hospital após uma aparente tentativa de suicídio. O fato levou um juiz de Los Angeles a solicitar uma investigação judicial a respeito da "saúde, educação e bem estar" da jovem. Perry Sanders, advogado de Katherine Jackson, disse que o juiz decidiu não alterar a situação de custódia da menina.

Arquivos do FBI sobre Michael Jackson são solicitados

Suposta vítima do cantor afirma que ele pagou R$78 milhoes pelo silêncio dos meninos violentados Foto: Getty Images

O coreógrafo Wade Robson, que acionou a justiça contra o Rei do Pop alegando ter sofrido anos de abusos vindos da parte de Michael, pediu que seus advogados contatem o FBI sobre supostos subornos feitos a outras vítimas para que ficassem caladas. As informações estariam em documentos secretos, que indicam que o cantor chegou a pagar R$ 78 milhões para cada vítima.

O dançarino de 30 anos espera reforçar sua ação, recebida com ceticismo, já que Wade negou ter sido molestado pelo astro do pop durante julgamento em 2005. Ele estava acompanhado de outras supostas vítimas que teriam sido subornadas por Michael.

"Wade sabe que se ficar lado a lado com outro acusador, ele pode se dar melhor. Ele sente que seu caso pode ter sucesso se ele conseguir outra criança para acusar Michael de crimes similares", disse uma fonte ao jornal New York Daily News.

"Isso foi há mais de 20 anos, mas agora sua principal preocupação é construir um caso que mostre ao mundo que ele está certo."

A notícia chega depois que um jornal britânico revelou documentos que mostram que Michael pagou a 24 famílias diversas quantias de dinheiro pelo silêncio das supostas vítimas.

O investigador particular, responsável pelos documentos, Anthony Pellicano, tinha sido contratado pelo Rei do Pop para encontrar as famílias das vítimas e organizar os pagamentos. Os relatórios fariam parte de uma investigação do FBI de 2002, mas não vieram a tona no julgamento de 2005, quando Michael foi inocentado de molestar um menino de 13 anos.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Katherine Jackson X AEG Live



Divulgado vídeo do circuito interno de segurança que mostra a chegada de Michael Jackson ao seu último ensaio no Staples Center, em 24 de junho de 2009.

Michael usava a camisa "Curls For My Girls", além de uma grande capa de frio.

Curiosamente, nenhuma das pessoas ao seu redor vestia qualquer peça de roupa que indicasse grande frio no local. Trata-se de mais uma prova usada para demonstrar a fragilidade física do Rei do Pop durante o período dos ensaios para a turnê THIS IS IT.


domingo, 16 de junho de 2013

Empresário pode ter ocultado estado de saúde do cantor Michael Jackson


No julgamento sobre a morte do cantor Michael Jackson, o advogado de Katherine Jackson, mãe do cantor, irá dificultar a defesa da gravadora AEG Live. Segundo a site "TMZ", o advogado explicou que o diretor da gravadora, Randy Phillips, tinha dificuldade em explicar a real condição de saúde do cantor.

O advogado de Katherine defende que a empresa contribuiu para morte de Michael Jackson em 2009.

Ainda de acordo com o site, o empresário disse que Michael "parecia realmente bem", cinco dias antes de sua morte. Em uma foto tirada durante o encontro mostrava o contrário. Apesar de estar sorrindo, Michael parecia magro e pálido. Durante seu depoimento, Phillips ainda disse: "Eu estava confuso como qualquer outra pessoa".

Além disso, há testemunhos de que o produtor e diretor Kenny Ortega e outros ficaram alarmados sobre a saúde de Jackson. Segundo o "TMZ", nos dias que antecederam a sua morte, Micahel tinha faltado aos ensaios e suava bastante quando aparecia.

sábado, 25 de maio de 2013

Joe Jackson afirma que coreógrafo está sendo pago para mentir, diz site

Pai de Michael Jackson (Foto: Reuters/Reuters)

Joe Jackson, pai de Michael Jackson, disse ao TMZ na quarta-feira (22) que o coreógrafo Wade Robson – que faz uma acusação póstuma por abuso sexual na infância – está sendo pago para mentir sobre a reputação do cantor. Joe estava no aeroporto de Los Angeles quando foi abordado pelo site especializado em celebridades e afirmou que Robson pretende destruir a reputação de seu filho.

Em recente entrevista ao programa de TV NBC Today, o coreógrafo disse que dos sete aos 14 anos de idade foi obrigado por Michael Jackson a "realizar atos sexuais". Robson, de 30 anos, pede indenização aos donos do espólio. Ele teria conhecido Michael Jackson aos cinco anos. Aos sete, começou a dormir algumas vezes no rancho Neverland e outras casas de Michael em Los Angeles e Las Vegas. O contato durou até Wade completar 14.

Em processo judicial de 2005, de acordo com o TMZ e com reportagem do "New York Times" da época, Robson negou ter sofrido abuso sexual por Michael Jackson. No mesmo processo, a ex-empregada do cantor teria dito que viu os dois tomando banho juntos quando o coreógrafo tinha oito ou nove anos.

Durante o NBC Today, Robson disse que somente trouxe a história à tona agora porque foi obrigado a ficar em silêncio por Michael durante o julgamento por abuso sexual infantil, em 2005. Michael teria dito a ele que tudo era "uma expressão de amor" e que vida e carreira dos dois acabariam se ele contasse o que eles estavam fazendo para alguém.

O coreógrafo ainda acrescentou que ele acredita que Michael era um "homem perturbado", que tinha um talento incrível, mas "também era um pedófilo".

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Testemunho pode ajudar coreógrafo que acusa Michael Jackson de abuso

Wade Robson (Foto: Reprodução / Youtube)

O depoimento de Blanca Francia, a ex-governanta de Michael Jackson, vai ser decisivo na decisão de um novo processo civil a respeito do espólio do cantor. Blanca teria visto Wade Robson, na época com 7 ou 8 anos, nu no chuveiro com Michael. Agora, o júri está dissecando o testemunho de Blanca, feito em 2005, para definir se Wade tem direito ao espólio do rei do pop. As informações são do "TMZ".

Durante o julgamento, Francia - que trabalhou para Michael no final dos anos 80 - descreveu a suposta cena que teria visto. Segundo ela, a cueca de Michael estava no chão, fora do chuveiro, bem como uma cueca de tamanho infantil, da cor neon verde. Ela disse que não podia ver o que Michael estava fazendo exatamente porque a porta do chuveiro estava embaçada, mas que ouviu Michael rindo.

O testemunho de Francia não foi suficiente para convencer o júri da culpa de Michael em 2005, que foi absolvido. Na época, Wade, que atualmente trabalha como coreógrafo de Britney Spears, testemunhou que Michael nunca o tocou.

Henry Gradstein, advogado de Wade Robson, declarou ao site "TMZ", que o cantor "era um monstro". Ainda de acordo com a publicação, Gradstein explicou que seu cliente era ameaçado, caso levasse essa história a público. "No ano passado, numa trajetória de carreira além das expectativas, ele (Wade) entrou em colapso por causa do estresse e do trauma sexual que aconteceu com ele durante sete anos de sua infância", explicou Grandstein.

Ao site "TMZ", Howard Weitzman, o advogado que defende os espólios do cantor diz que: "A queixa de Mr. Robson é ultrajante e patética. Esse é um jovem que atestou pelo menos duas vezes nos últimos 20 anos e disse em inúmeras entrevistas que Michael Jackson nunca fez nada inapropriado para ele e com ele".

Segundo fontes do "TMZ", agora Wade quer usar o testemunho de Blanca para mostrar que Michael abusou dele quando era criança. Os advogados de Wade estão tentando entrar em contato com para saber se ela quer cooperar com o novo caso.

Mãe de Michael Jackson ganha primeira batalha contra produtora AEG


A mãe de Michael Jackson, Katherine, pode ter conquistado a primeira vitória na batalha judicial que trava com a produtora AEG, responsável pela produção da última turnê mundial do cantor, “This Is It”. Isso porque ela conseguiu provar em juízo que o acordo firmado entre a produtora e Jackson era informal, baseado em trocas de e-mails entre as partes, e sem a validação por um contrato oficial.

Com isso, Katherine ganha vantagem para reforçar sua tese de que a AEG foi negligente com o cantor, sobretudo na contratação do médico Conrad Murray, que teria sido o responsável pela morte de Jackson.

O processo já está em sua quarta semana, e deverá se estender por mais algumas ainda. As cifras envolvidas chegam a US$ 40 bilhões.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Michael Jackson 'parecia doido' e não terminava ensaios, diz coreógrafo

  

O cantor Michael Jackson parecia "doido" e nunca conseguiu ensaiar um show inteiro de sua futura turnê "This is it", que começaria duas semanas depois de sua morte em 2009, disse em juízo o coreógrafo Travis Payne, nesta terça-feira (14).

Quando uma advogada da promotora de eventos AEG Live, que organizava a turnê, perguntou se "Michael ensaiou um show completo do início ao fim" Payne respondeu "não".

"Alguém estava preocupado com isso?", insistiu a advogada Jessica Stebbins Bina. "Alguns, sim", afirmou Payne.

Referindo-se a Kenny Ortega, o diretor da turnê que trabalhava com Michael durante os ensaios no Staples Center de Los Angeles, Payne contou: "Houve um momento em que Ortega mandou Michael para casa (...) Em uma outra vez, Michael teve de se sentar, foi envolvido com cobertores e trouxeram o aquecedor para perto dele".

O artista "podia fazer pedaços do show, mas não o show inteiro", confirmou o coreógrafo, acrescentando que pensou que Michael estivesse gripado e que sua atuação ao vivo seria melhor.

"Às vezes, nos ensaios, Michael parecia um pouquinho doido, sob influência de alguma coisa", completou o principal coreógrafo do espetáculo, que lembrou ter visto o astro "grogue" em sua residência, em Holmby Hills. "Não parecia ele mesmo", comentou.

Ao ser interrogado pelo advogado de acusação, Brian Panish, Payne descreveu Paris, a filha de 14 anos do artista, como "maternal".

"Era uma jovenzinha muito protetora, muito inteligente e esperta, com entendimento completo das operações da casa (...) Me impressionou, porque parecia muito maior", disse Payne, acrescentando que Paris era mais extrovertida do que seus irmãos Prince, de 16, e Blanket, de 11.

"Ela cuidava de detalhes como a temperatura da casa e o quê todos queriam para jantar', completou. Já "Blanket era tímido, estava sempre com o pai".

Após acusação de abuso sexual contra Michael Jackson, irmão do astro xinga coreógrafo


Jermaine Jackson, irmão de Michael Jackson, soltou os cachorros ao ser perguntado sobre a acusação do coreógrafo Wade Robson de que o popstar o teria molestado sexualmente. "He´s full of s**t (ele é cheio de m...)", disse. As informações são do TMZ. 

JJ afirma que não apenas Robson testemunhou sob juramento de que MJ nunca o tocou, como Wade e sua mãe ajudaram Jermaine a escrever um livro sobre o irmão. Robson é um conhecido coreógrafo do mundo pop e teria sido pivô da separação escandalosa entre Britney Spears e Justin Timberlake. Ele foi uma das crianças que frequentavam o rancho Neverland.

Robson entrou na Justiça no dia 1º de maio pedindo uma reparação ao espólio da família por supostos abusos de MJ quando Robson era criança. O advogado do espólio classificou a acusação de "ultrajante e patética".



Aeee até que enfim um membro da família defendeu ele ! 
ALELUIAA

sábado, 11 de maio de 2013

Lionel Richie defende Michael Jackson de nova acusação de pedofilia

Cantor ao lado de Paris e Prince, filhos do rei do pop, nos prêmios Grammy de 2010 Foto: Getty Images

O cantor norte-americano Lionel Richie, um velho amigo do falecido Michael Jackson, disse nesta quinta-feira (9) que o novo processo por pedofilia contra o astro é uma "falácia". O desabafo veio depois que o advogado da suposta vítima chamou o rei do pop de "monstro".

O coreógrafo australiano Wade Robson entrou com uma ação alegando "abuso sexual infantil", no último dia 1º de maio, apesar de ter testemunhado, no julgamento por pedofilia de 2005, que Michael nunca tocou nele.

Na ação, os advogados de Robson, que passou anos de sua adolescência no rancho Neverland de Michael Jackson, em Santa Bárbara, e na casa do cantor em Las Vegas, pedem que um juiz de Los Angeles lhes autorize a apresentar seu cliente como credor da herança do cantor.

"Michael Jackson era um monstro e, em seu coração, qualquer pessoa normal reconhece isso", disse em nota o advogado Henry Gradstein.

Eles alegam que seu cliente "entrou em colapso pelo estresse e pelo trauma sexual causados pelo que aconteceu com ele durante sete anos de sua infância. Viveu com a lavagem cerebral de um pedófilo até que o peso dessa carga o esmagou".

Jackson, que sofreu vários processos por acusações de pedofilia, foi absolvido de todos eles em um julgamento em 2005. Sua carreira, no entanto, nunca mais foi a mesma.

Segundo Gradstein, o cantor teria dito a Robson que se alguém descobrisse o que haviam feito ambos iriam à prisão pelo resto de suas vidas. "Esse tipo de intimidação é tragicamente típico e efetivo, porque mantém as crianças caladas", criticou Gradstein.

Em resposta à nova ação, Howard Weitzman, um dos advogados dos responsáveis pelo patrimônio de Jackson, disse que a acusação de Robson é "patética". "É um jovem que testemunhou em duas ocasiões, sob juramento, nos últimos 20 anos, além de ter dito em inúmeras entrevistas que Michael Jackson nunca havia feito nada inapropriado com ele", argumentou.

"Agora, quase quatro anos depois do falecimento de Michael, criam essa triste e absurda acusação. Estamos certos de que a Corte a verá como ela é", concluiu.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Mãe diz que tentou internar Michael Jackson várias vezes

Mãe diz que tentou internar Michael Jackson várias vezes - Grosby Group

Segundo o detetive Orlando Martínez, responsável pela investigação da morte de Michael Jackson, a família do cantor tentou interná-lo em clínicas de reabilitação, em muitas ocasiões, sem sucesso.

Todos estavam preocupados com seu vício em analgésicos, de acordo com Martínez, que assumiu o caso dia 25 de junho de 2009, entrevistando a mãe do artista, Katherine Jackson.

Durante o julgamento do processo da família Jackson contra a companhia produtora AEG Live, o detetive comentou:

"Seis meses depois de conversar com a senhora Katherine Jackson no hospital, voltei a entrevistá-la, e verifiquei alguns assuntos relacionados com reuniões familiares sobre vícios, e ela me revelou todas as tentativas da família para conseguir que seu filho Michael Jackson buscasse reabilitação", justifica.

Marvin Putnam, advogado da AEG Live também interrogou o detetive sobre o assunto, e ele esclareceu:

"A própria Katherine conversou com seu filho Michael sobre seu vício em medicamentos, mas seus esforços não deram resultado, porque ele sempre negou que tivesse qualquer problema com o vício".



Os verdadeiros fãs sabem que Michael sempre negou, 
e não queria que ninguém se intrometesse nisso, 
é uma pena pois muitos tentaram ajudar =/

Michael Jackson morreu com propofol suficiente para grande cirurgia

Michael Jackson faleceu em 2009 em decorrência da ingestão de grande quantidade de remédios (AP Photo/Alastair Grant)

Michael Jackson tinha propofol em seu organismo em quantidade semelhante à de alguém que é submetido a uma grande cirurgia, disse nesta segunda-feira o toxicologista que o examinou após sua morte em 2009, em um processo civil em Los Angeles apresentado por sua família contra uma empresa promotora de eventos.

O toxicologista Dan Anderson, do departamento de medicina legal de Los Angeles, prestou depoimento nesta segunda, no início da segunda semana do processo de Katherine Jackson, mãe de 82 anos do "rei do pop", contra a AEG Live, que organizava as apresentações para as quais Michael Jackson ensaiava no momento de sua morte.

Anderson encontrou no sangue do cantor 3,2 microgramas por mililitro do poderoso anestésico propofol, além de efedrina, lidocaína e os ansiolíticos lorazepam, midazolam e diazepam. "É um nível compatível com uma anestesia para uma cirurgia maior", ressaltou o toxicologista.

Após mostrar ao júri as fotos dos frascos de propofol que o cantor tinha em sua casa, Anderson afirmou: "É muito anormal que (o propofol) seja usado fora do ambiente de uma clínica. Isto elevou o sinal de alerta, pelo menos para mim. É algo muito problemático".

O médico de Michael, Conrad Muray, cumpre uma pena de quatro anos de prisão depois de ter sido condenado em 2011 por homicídio culposo, por ter administrado uma dose excessiva de propofol para aliviar a insônia crônica do artista.

O júri viu também a lista de medicamentos receitados ao cantor, a maioria deles prescritos por Murray: os ansiolíticos midazolam, diazepam, clonazepam e lorazepam, os anestésicos propofol, lidocaína e hidrocodona e o antidepressivo trazodone, além de Benoquin para a pele e Flomax para a próstata.

O advogado Michael Koskoff, que trabalha para a família Jackson, destacou a ausência de álcool, barbitúricos e demerol no organismo da estrela no momento de sua morte.

Também repassou uma lista de drogas ausentes no corpo, como cocaína, maconha, anfetamina, metanfetamina, codeína e morfina.

Os advogados dos Jackson tentam provar que a AEG Live, que supostamente contratou Murray, queria a todo custo manter ativo um Michael Jackson adoentado para que seguisse seu calendário de shows, algo que tornaria a empresa responsável por seu falecimento no dia 25 de junho de 2009.

A defesa da AEG Live, tentará provar que a decisão de contratar Murray foi responsabilidade de Jackson, que teria causado sua própria morte com suas iniciativas.

O Que Passou Por Aqui !

Saraiva