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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Veja o Trailer do Novo Documetário de Spike Lee sobre Michael Jackson

Veja o trailer do novo documentário de Spike Lee sobre Michael Jackson

O canal pago americano divulgou o trailer do novo documentário de Spike Lee centrado em Michael Jackson. “Michael Jackson’s Journey From Motown To Off The Wall” explora a transformação do cantor de soul em fenômeno pop, acompanhando sua transição do grupo Jackson 5 para a carreira solo no disco “Off the Wall”, lançado em 1979.

A prévia inclui imagens de arquivo de shows em 1979 e 1981, além de entrevistas com artistas como The Weeknd, David Byrne (do Talking Heads) e Questlove (do Roots), que falam, entre outras coisas, das referências à “Star Wars” na letra do hit “Don’t Stop ‘Til You Get Enough”.

Este é o segundo documentário de Spike Lee sobre o cantor, que em 2012 lançou “Bad 25”, sobre os 25 anos do disco “Bad” (1987).

O novo filme terá sua première mundial no Festival de Sundance e será exibido no Showtime em 26 de fevereiro, mesmo dia em que também chegará às lojas numa edição especial de DVD e Bluray, integrando o relançamento do álbum “Off the Wall”.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O dia que ficou na HISTória #9



14 de julho de 1984 - Eddie Van Halen se junta a Michael Jackson no palco

Todos nós já ouvimos muitas vezes o solo de Eddie Van Halen na canção "Beat It" de Michael Jackson. Entretanto, poucos ouviram tocado ao vivo.

Foi um golpe de sorte quando Eddie Van Halen e Jackson estavam na mesma cidade, Dallas, em 14 de julho de 1984, para um concerto da turnê "Victory" do rei do pop. Aquele foi um grande ano tanto para o lendário guitarrista quanto para Michael Jackson, com ambos desfrutando do auge e do sucesso de suas carreiras. No final de 1983, "Beat It" chegou ao primeiro lugar nas paradas musicais e eles não poderiam deixar passar a oportunidade de tocar a música ao vivo.

No vídeo abaixo você pode ver a apresentação, com Jackson gritando "vai, Eddie, Eddie, Eddie!" antes do solo. Este é apenas um dos solos memoráveis da carreira de Eddie Van Halen, mas sua contribuição em "Beat It" continua sendo um destaque pessoal, como ele revelou em uma entrevista em 2011. "Quando cheguei lá, levei 15 minutos para reorganizar a música e toquei dois solos e falei para eles que poderiam escolher o que achavam melhor. Então, o Michael entrou e disse 'uau, eu realmente gosto dessa coisa rápida que você faz'. Foi muito divertido fazer aquilo. É uma loucura que algo que leve tão pouco tempo para ser feito cresça e se transforme em algo além de qualquer coisa que você jamais poderia imaginar", lembrou.

O guitarrista provou o impacto eventual da música, enquanto esperava na fila em uma loja de discos, quando "Beat It" começou a tocar. "O solo começou e ouvi alguns garotos na minha frente comentando entre eles: 'ouve só como este cara está tentando soar como Eddie Van Halen'. Bati no ombro deles e disse: 'esse sou eu tocando!'. Aquilo foi hilário", disse Eddie em uma entrevista em 2009, depois da morte de Jackson. "Tenho muito respeito pelo Michael. Ele vai fazer muita falta. Estou curioso para saber o que ele estaria fazendo agora."





Créditos: Whiplash

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Michael Jackson - A Place With No Name

Confira 'A Place With No Name'.

Clip do single do cd ''Xscape'' foi lançado dia 13.08 quarta feira. Com estreia inédita pelo twitter e ao mesmo tempo transmissão ao vivo nos telões da Time Square em Nova York



quinta-feira, 22 de maio de 2014

Michael Jackson quebra outro recorde na parada de singles da Billboard

Michael Jackson letras

Michael Jackson quebrou mais um recorde nesta semana com "Love Never Felt So Good (Feat. Justin Timberlake)", pareceria com o cantor Justin Timberlake.

Segundo a listagem Hot 100 da Billboard, o Rei do Pop é o único artista na história a emplacar um single entre os dez primeiros da parada a cada década, por 50 anos. O cantor alcançou a nona posição na lista, marcando também a segunda faixa de Timberlake no top 10 simultaneamente.

No topo da lista pela terceira semana está John Legend com o hit "All Of Me". O músico aparece seguido de perto pela australiana Iggy Azalea, que tem a sua melhor semana na parada com "Fancy (Feat. Charli XCX)".

A parceria com Charli XCX tem grandes chances de chegar à primeira posição na próxima contagem, já que fechou esta semana com números de streamings e audiência maiores do que o sucesso de Legend.

Ariana Grande volta à sua posição de estreia, ocupando o terceiro lugar com "Problem (feat. Iggy Azalea)", carro-chefe do segundo álbum da americana.

Confira abaixo o top 10 completo e reveja o clipe da canção número um da semana:

1. "All Of Me" - John Legend
2. "Fancy (Feat. Charli XCX)" - Iggy Azalea
3. "Problem (feat. Iggy Azalea)" - Ariana Grande
4. "Happy" - Pharrell Williams
5. "Turn Down For What (Feat. Dj Snake)" - Lil Jon
6. "Dark Horse (Feat. Juicy J)" - Katy Perry
7. "Talk Dirty (Feat. 2 Chainz)" - Jason Derulo
8. "Not a Bad Thing" - Justin Timberlake
9. "Love Never Felt So Good (Feat. Justin Timberlake)" - Michael Jackson
10. "A Sky Full Of Stars" - Coldplay

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Billboard confirma oficialmente apresentação de Michael Jackson para o Billboard Music Awards 2014


Parece que iremos receber mais uma ilustre presença no Billboard Music Awards 2014, mas ai você para e diz “Que presença”?

Pois é, no próximo domingo (18) teremos mais uma edição da premiação que irá entregar as tão esperadas estatuetas, além disso teremos também um grande show que será realizado por artistas como Lorde, Miley Cyrus, Jason Derulo, Pitubull que contará com participações de Claudia Leitte e Jennifer Lopez, e a recém e destrutiva novidade sera performance do rei do Pop, Michael Jackson.

De acordo com informações, será utilizado o recurso de holograma 3D para a realização da apresentação do ídolo que faleceu em 2009. De como o projeto será realizado ainda é uma informação completamente secreta, mas especula-se que as canções apresentadas por Jackson será as músicas “Xscape” e ” Love Never Felt So Good” com Justin Timberlake que também deverá comparecer a premiação.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Divulgadas músicas do disco póstumo de Michael Jackson

Começaram a rolar na web, nesta semana, mais duas músicas do vindouro disco póstumo de Michael Jackson, “Xscape”. Intituladas “Blue Gangsta” e “Loving You”, as faixas foram divulgadas pelos sites MTV News e Idolator.

Repaginada por Timbaland, a dramática “Blue Gangsta” brinda o ouvinte com uma performance vocal exemplar de Michael e uma sonoridade futurística. Em parceria com J-Roc, o produtor também trabalhou na balada “Loving You”. Este belo exemplar do funk oitentista foi inicialmente escrita, produzida e gravada por Jackson durante as sessões de estúdio do disco “Bad”, de 1987.

Ouça 'Loving You'


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Chicago


Michael Jackson se apaixonou por “Chicago” (também conhecida como “She Was Lovin’ Me”) na primeira vez que a ouviu. A música foi escrita pelo compositor e produtor da Sony Cory Rooney, que mandou uma demo para Michael em 1999. Dentro de poucos dias, Jackson voou de Los Angeles para Nova York para gravar a música no estúdio The Hit Factory, em Manhattan. 

Jackson canta em tom mais grave sobre a história de um amor proibido, que desemboca numa torrente de dor e arrependimento no refrão.

A música foi renomeada como “Chicago” por conta de um trecho da letra, em que MJ canta “I met her on my way to Chicago”, mas é totalmente diferente da demo - que ainda permanece inédita - das sessões de BAD, “Chicago 1945”.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Michael Jackson - Thriller

Que tal relembrar esse grande sucesso dos anos 80, 
que até hoje é um marco na histórias dos videoclipes !

Thriller completa 30 anos !


Em 1982, o futuro batia firme na porta. Foi naquele ano que Hollywood abriu uma janela para a imaginação com “E.T. — O Extraterrestre” e “Blade Runner”; que o videogame Atari 2600 bateu a marca de dez milhões de unidades vendidas; que os CD-players (ou discos laser) foram lançados comercialmente; e que o Brasil via a chegada de uma gente fina, elegante, colorida e sincera nas canções de Lulu Santos e da Blitz. Mas um fato cultural de magnitude até então inimaginável haveria de iniciar sua saga antes que 1982 acabasse. No dia 30 de novembro, chegava às lojas “Thriller”, o segundo LP do cantor americano Michael Jackson em parceria com o produtor Quincy Jones. Quase 30 anos depois, ele permanece como o álbum mais vendido da História (algo como 110 milhões de cópias). Isso depois de ter feito de Michael o Rei do Pop, de ter revolucionado a indústria fonográfica, de ter inaugurado a era de ouro do videoclipe (numa MTV que nascera em 1981) e de ter estabelecido parâmetros artísticos e comerciais que o artista morto em 2009 passou o resto de sua vida tentando, em vão, superar.

— Sei que ele ficou frustrado por não conseguir repetir vendagens tão altas — conta ao GLOBO o jornalista e escritor americano Nelson George, autor de “Thriller: a vida e a música de Michael Jackson”, lançado no ano passado por aqui pela Zahar. — Hoje, a cultura é muito diferente. As pessoas não compram mais álbuns em massa, fazem download de canções. Não há mais condições para que um álbum venda algo como 40 milhões de cópias.

Mas os feitos de “Thriller” vão muito além dos números. George lembra que o disco também foi um divisor de águas cultural, rompendo barreiras raciais.

— Michael Jackson provou que os músicos negros americanos poderiam ter apelo global — diz. — A música negra americana sempre teve apelo internacional, mas relativamente poucos artistas conseguiram se beneficiar disso. Michael levou a dança, o canto e a música aos lares do mundo inteiro.

Nascido em uma família operária de Gary, Indiana, Michael foi levado pelo pai, Joe, com mão de ferro, a cantar com os irmãos mais velhos num grupo de r&b, o Jackson 5. Tinha 8 anos. Quando o sucesso veio, com as músicas “ABC” e “I want you back”, ele contava apenas 11, mas já ficara claro que era o grande talento do grupo. Em 1972, fez sucesso solo, com as músicas “I’ll be there” e “Ben”, mas não se afastou dos irmãos. Em 1977, ao participar do filme “O mágico inesquecível” (um remake de “O Mágico de Oz”), Michael conheceu Quincy Jones, jazzista e arranjador que o convenceu a retomar a carreira solo. Assim, em 1979, aos 21 anos, com o disco “Off the wall”, o caçula do Jackson 5 pegou os embalos da discoteque e os transformou em algo novo, vibrante e reluzente, em canções como “Don’t stop til’ you get enough” e “Rock with you”, que não por acaso foram hits mundiais. Em “Thriller”, a dupla Quincy-Michael se preparou para repetir a dose, com ainda mais eficácia.

biógrafo Nelson George, que acompanhou a carreira de Michael de perto, na época, como editor da revista “Billboard”, considera fundamental a participação de Quincy Jones no sucesso do disco.

— Foi ele quem trouxe Rod Temperton (compositor inglês, autor de “Rock with you”), quem compôs algumas das canções mais memoráveis do disco (a faixa-título, “Baby be mine” e “The lady in my life”). E também deu forma a “Human nature” e contratou alguns dos melhores músicos e arranjadores de Los Angeles. Sua marca está por todo o disco.

Mas, mesmo com todo o planejamento artístico (com grandes ideias, como a de voltar a juntar Michael Jackson e Paul McCartney na faixa “The Girl is mine”, ou a de chamar o guitarrista Eddie Van Halen para fazer um solo no rock “Beat it”), “Thriller” não teria chegado onde chegou sem a fileira de históricos videoclipes, feitos por insistência (e com a orientação) do próprio cantor. Na ordem: “Billie Jean” (em que o cantor deu uma lição ou duas de dança), “Beat it” (com seu conceito “West Side story”) e “Thriller”, uma revolução sob vários aspectos.

Encantado com o filme “Um lobisomem americano em Londres”, Michael chamou o diretor John Landis para fazer o clipe de sua canção em clima de terror (com direito até a narração tenebrosa do ator Vincent Price). Landis idealizou um curta-metragem, com muita maquiagem de zumbi e dança, que custaria um até então inédito meio milhão de dólares. Esse não foi só o artefato decisivo para fazer de “Thriller” o disco mais vendido de todos os tempos: foi um acontecimento cultural, o vídeo que transformou a MTV numa potência (é o mais visto de sua história), que abriu o canal para os artistas negros e que iniciou uma escalada de inovação (e de custos) para os clipes.

Nelson George se lembra bem daqueles tempos, quando o clipe de “Thriller” não saía das TVs, as cópias do álbum “Thriller” não conseguiam ficar muito tempo nas lojas, e Michael Jackson era figura próxima do onipresente.

— O frenesi em torno desse disco foi algo nunca visto — conta. — Em 1984, fui a três shows da turnê do “Victory” (disco dos irmãos Jackson, do qual Michael participou) e em todos eles havia um burburinho que eu raramente vi. Especialmente em Kansas City.

Trinta anos depois, a indústria musical pode não ser mais a mesma. Mas “Thriller” segue sendo homenageado — inclusive no Brasil. No dia 15, a banda americana Easy Star All-Stars mostra no Circo Voador sua recriação reggae do disco, “Thrillah”. E em 21 de fevereiro, estreia no Citibank Hall o musical “Thriller Live Brasil Tour” (os ingressos começam a ser vendidos esta semana em www.ticketsforfun.com.br), unindo artistas brasileiros aos músicos da produção original inglesa. Tudo para celebrar o disco cuja influência foi decisiva para as carreiras de um rol de artistas que segue por Prince, Lenny Kravitz, Will Smith, Ricky Martin, Justin Timberlake, The Black Eyed Peas, Justin Bieber e, mais recentemente, Bruno Mars (que imitava Michael Jackson profissionalmente na infância). Astros que uniram enorme talento, amor pela música e determinação para vencer obstáculos (cor da pele, nacionalidade, língua) com uma ambição para chegar onde o homem jamais pisou.

— O fato de haver agora uma reavaliação de “Thriller”, bem como de “Bad” (o disco seguinte, de 1987, que mereceu este ano, no seu 25º aniversário, um documentário do diretor Spike Lee), se deve ao fato de que o trabalho de Jackson foi histórico — avalia Nelson George. — Várias gerações de fãs de música cresceram com ele, e essa conexão se sustenta.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

"Black or White" 21 anos.


Hoje, dia 14 de novembro, o curta metragem musical "Black or White" completa 21 anos. Originalmente com 10 minutos, o clipe estreou simultaneamente nos canais MTV, VH1, FOX em Dolby Surround, tornando-se uma das estreias mais assistidas de todos os tempos - 500 milhões de pessoas.

''Um terremoto agita o mundo da musica pop. Depois de três anos de recolhimento, Michael Jackson o maior fenômeno da musica pop de todos os tempos lança um vídeo clipe para divulgar o seu novo álbum: Dangerous.

O video clipe Black or White causa sensação no mundo inteiro, inclusive no Brasil, a Rede Globo exibe o clipe duas vezes no intervalo de 1 semana. Nos Estados Unidos, a rede nacional de televisão FOX, consegue com Black Or White a maior audiência desde a fundação da rede.

Em poucas semanas o álbum Dangerous chega ao primeiro lugar da parada de sucessos nos Estados Unidos e de vários outros países''

(Descrição extraída do texto publicado durante o 'Globo Repórter Especial' sobre a vida e obra de Michael Jackson em 1991)


''Polêmica em Black Or White''

Todos ficaram chocados com os quatro minutos finais do vídeo. Era a manchete do dia seguinte após a exibição do curta Black or White. Na sequência, Michael dançava até que em determinado momento ele quebra uma garrafa de vidro e em seguida estraçalha um carro parado na rua usando apenas um pé-de-cabra. Depois, ainda quebra algumas janelas e em um acesso de fúria rasga a própria roupa. 
O trecho foi considerado 'bastante violento' e a polêmica novamente armada pela mídia fez Michael ir a público para pedir perdão pelo vídeo. 

"Entristece-me pensar que Black Or White poderia influenciar qualquer criança ou adulto a ter um comportamento destrutivo. Eu sempre tentei ser um bom exemplo e, portanto, fiz estas mudanças para evitar qualquer possibilidade de, inadvertidamente, afetar o comportamento de qualquer indivíduo." - Michael Jackson




quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Michael Jackson queria que “Bad” vendesse mais do que “Thriller”


O falecido Rei do Pop, que morreu devido a uma intoxicação de medicamentos em 2009, era um excelente “automotivador” e trabalhava constantemente com o intuito de bater as vendas do seu icónico registo de 1982 “Thriller”, o álbum mais vendido de sempre. 

O realizador Spike Lee, que se encontra a trabalhar no “Bad 25”, um documentário sobre a criação do álbum, declarou à MTV News: “Eu aprendi que, número um, ele era um automotivador. Apesar de ser uma tarefa impossível, Michael queria que “Bad” vendesse mais que “Thriller”. E aonde quer que ele fosse, colocaria papéis, escrevia em espelhos de casas de banho; ‘100 milhões’. Ele sempre quis superar o que tinha conseguido previamente. Estava determinado a fazer isso”. 

Desde a data do seu lançamento até hoje, “Thriller” vendeu mais de 110 milhões de cópias em todo o mundo. Apesar de “Bad” nunca ter conseguido igualar o sucesso, é o quinto álbum mais vendido de todo o tempo, com aproximadamente 30 milhões de unidades vendidas.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Bad (Remix by Afrojack Featuring Pibtull - DJ Buddha Edit)

Novo single do álbum 'Bad 25', é lançado com nova versão.
Remixada pelo DJ Buddha com a participação especial do rapper Pitbull.

OUÇA !

sábado, 26 de novembro de 2011

Hoje, "Dangerous" faz 20 anos



Dangerous é o oitavo álbum de estúdio lançado por Michael Jackson pela Epic em 1991 que figura como o segundo melhor desempenho de vendas da carreira do cantor. Até 2002, havia sido adquirido por 32 milhões de pessoas no mundo, segundo estimativas da gravadora. O álbum marca o término da parceria de 12 anos entre Jackson e Quincy Jones na produção, que nesse disco fica a cargo, essencialmente, de Teddy Riley. Dangerous figura como o álbum de um artista masculino mais vendido da década de 90, e o álbum de New Jack Swing mais bem sucedido de todos os tempos. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.



É a primeira coleção de músicas inéditas lançada pelo astro nos Anos 90 e o primeio álbum distribuído como parte do incrível contrato recorde de US$ 1,089 bilhão (que perdura até hoje como o maior valor já pago para um cantor na história da música) firmado entre Jackson e a Sony em 1990. Dangerous reúne 14 canções e gerou nove compactos, incluindo três números um nos Estados Unidos: "Black or White" (Rock), "Remember the Time" (R&B) e "In The Closet" (R&B). Outras canções, como "Heal The World" e "Will You Be There", tema do filme Free Willy (1993), também se tornaram imeditamente reconhecidas, ou ainda faixas não tão populares no grande público, mas que se tornaram enormes secessos de New Jack Swing/R&B como: "Jam" e "Dangerous".




Canções Arquivadas

Acredita-se que Michael tenha gravado cerca de 70 músicas para este álbum, mas o título destas canções não foi divulgado. Só são conhecidas as seguintes gravações:

"Work That Body" (Michael Jackson/Bill Bottrell)

"If You Don't Love Me" (Michael Jackson)

"Blood on the Dance Floor" (Michael Jackson/Teddy Riley)
Em 1997 lançada no álbum Blood on the Dance Floor: HIStory in the Mix. Gravada em 1991.

"What About Us" (Michael Jackson)
Versão "primitiva" de Earth Song


"Monkey Business" (Michael Jackson)
Lançada em 2004, na coletânea The Ultimate Collection.

"Someone Put Your Hand Out" (Michael Jackson)
Lançada como Single Promocional pela Pepsi.

"Serious Effect" (Michael Jackson/Teddy Riley)

"Superfly Sister" (Michael Jackson/Bryan Loren)
Lançada no álbum Blood on the Dance Floor - HIStory In The Mix. Gravada em 1991.

"Mind Is The Magic" (Michael Jackson)
Com trechos usados no filme This Is It, na coreografia The Drill.

"Just Imagination" (Michael Jackson)

"Unlimited" (Michael Jackson)

"Do It" (Michael Jackson)

"Blessed" (Michael Jackson)

"You Cry" (Michael Jackson)

Edição Especial



A Epic lançou, em outubro de 2001, uma edição especial de Dangerous celebrando os 30 anos de carreira solo de Jackson. O álbum recebeu capa dura de luxo, com um recorte da imagem original. O encarte de Dangerous também foi modificado, incluindo fotografias do acervo pessoal do astro. No novo encarte de Dangerous, encontra-se o poema "Planet Earth" escrito pelo próprio Michael.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

BAD 24 anos !

Durante 2 anos Michael ficou longe do publico e da mídia. Ele ficou nesse tempo produzindo musicas para seu próximo álbum, o qual estava determinado a ser melhor que Thriller. Jackson escrevia musicas o tempo todo, oito delas foram escolhidas por Quincy Jones para serem gravadas para o proximo album: Bad que teve o seu lançamento mundial em 31 de agosto de 1987 exceto na Inglaterra, por causa do feriado bancário neste dia. Para a mídia especializada, o álbum era pouco ousado e uma decepção na comparação com Thriller (1982) ou Off The Wall (1979); em contrapartida, o público respondeu bem e fez de Bad um grande sucesso vendendo 33 milhões de cópias em todo o mundo !

Selo: Epic Records / Sony Music
Lançamento: 31 de Agosto, 1987
Produção: Quincy Jones / Michael Jackson
Vendas Mundiais: 36 milhões


1. Bad
2. The Way You Make Me Feel
3. Speed Demon
4. Liberian Girl
5. Just Good Friends
6. Another Part of Me
7. Man in the Mirror
8. I Just Can't Stop Loving You
9. Dirty Diana
10. Smooth Criminal

O álbum entrou direto no primeiro lugar tanto no chart americano dedicado à música Pop quanto naquele dedicado à música Black, mantendo o topo, respectivamente, por 6 e 18 semanas. No primeiro chart, o álbum permaneceu por 87 semanas, 38 das quais no Top 5. Isto quebrou o recorde de 26 semanas no Top 5, que era de "Hotel California", dos Eagles. Na Grã-Bretanha, Bad foi o álbum mais vendido por 5 semanas e ficou nos charts por 109 semanas consecutivamente.

Bad um recorde de nove canções lançadas como compacto. Cinco delas chegaram à primeira posição nos Estados Unidos: I Just Can't Stop Loving You, Bad, The Way You Make Me Feel, Man in the Mirror e Dirty Diana. Foi a primeira vez que um artista colocou cinco músicas de um mesmo álbum em primeiro lugar. Bad assim como suas músicas e seus videoclipes fantásticos, trouxe outras canções como: Speed Demon, Leave me Alone, Just Good Friends, (dueto com Stevie Wonder), Another Part Of Me e o clássico absoluto Smooth Criminal, além disso temos músicas sedutoras e bem feitas como Liberian Girl. Bad é um album obrigatório para quem procura conhecer a obra desse mito da cultura pop mundial.


Mais informações da Bad Aqui

Créditos: MJ Beats

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Álbum póstumo de Michael Jackson encalha nas prateleiras dos EUA

O mais recente disco póstumo de Michael Jackson, intitulado "Michael", não foi bem nas vendas e pode ser devolvido à gravadora.

De acordo com a revista americana Billboard o segundo disco póstumo de Michael (primeiro póstumo apenas com faixas inéditas) vendeu 434 mil cópias nos EUA em cinco semanas, enquanto o anterior, "This Is It", vendeu mais de 890 mil cópias em pouco mais de um mês.

O disco não foi muito bem recebido pela crítica e criou polêmica quando muitos acusaram a gravadora de usar outra pessoa cantando no CD, e não o próprio Michael. Até mesmo o ex-produtor e amigo de Michael, Quincy Jones, duvidou da voz usada no disco.

Ao todo a Sony Music distribuiu mais de 900 mil cópias de "Michael" nos EUA e 3 milhões no mundo.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Disco póstumo de Michael Jackson é o mais vendido do mundo

Mesmo após sua morte, Michael Jackson ainda continua quebrando recordes. Desta vez, seu novo álbum foi nomeado o mais vendido do mundo em 2010. "Michael" se firmou na primeira posição nas paradas globalis após vender três milhões de cópias em 31 países.

O disco póstumo alcançou a liderança já na primeira semana do seu lançamento. Inclusive já conquistou disco de platina com mais de 300 mil cópias, em 14 países entre eles, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Itália.

Apesar da nomeação, o álbum "Thriller" lançado em 1982, ainda é o mais vendido de todos os tempos, com mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

'Michael' chega com sucessora caminho

A onda negativa que se gerou em torno do "novo" álbum de Michael Jackson ainda não foi rebatida pelos fãs. Michael chegou ontem ao mercado europeu - hoje é a vez das lojas norte-americanas - mas o interesse dos admiradores do artista parece estar mais centrado nas teorias da conspiração em torno da sua morte do que propriamente no material inédito que a Sony reuniu no disco.

De resto, Michael foi posto à venda numa altura em que já é um dado adquirido que um sucessor irá ver a luz do dia num futuro próximo. Isso mesmo foi garantido por Teddy Riley, um dos produtores de Michael. "Estou ansioso para trabalhar no próximo. Nós não vamos fazer nada que seja desonesto e tudo o que se ouvir será a voz dele", explicou, sem dar importância às acusações sobre a autenticidade do álbum. "Ninguém, jamais, conseguiria copiar o Michael. Não se trata de dinheiro, trata-se de ter a certeza de que tudo está correcto", sublinhou o músico à BBC.

No entanto, o próprio Teddy Riley reconheceu que as gravações de voz que o artista deixou se encontravam longe da perfeição. "Foi necessário processar mais a voz, e é por isso que as pessoas questionam a veracidade das gravações", disse à Reuters. " O que fizemos foi usar a tecnologia Melodyne para colocá-la na afinação certa (...) Elevámos o tom da voz, e é por isso que alguns dos vibratos soam um pouco desafinados . Pedimos desculpa por isso, mas o que se ouve ainda é o verdadeiro Michael Jackson", explicou ainda com mais detalhe.

Enquanto isso, os fãs brasileiros acorreram à apresentação de um livro escrito pelo pai, em Florianópolis. Joe Jackson revelou que o filho lhe garantiu que iria morrer, duas semanas antes de perder a vida.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Vaza na internet novo disco de Michael Jackson

As 10 canções do disco circulam ilegalmente de forma gratuita para diferentes plataformas de downloads

O disco póstumo de Michael Jackson, "Michael", vazou na internet uma semana antes de seu lançamento no mercado em 14 de dezembro, informou nesta segunda-feira o site "TMZ".

As 10 canções que integram o disco circulam ilegalmente de forma gratuita em diferentes plataformas de downloads, algo que já ocorreu anteriormente com outros artistas como Eminem, Kings of Leon e U2.

Atualmente a Sony Music, gravadora que distribui o novo trabalho do "rei do pop", havia lançado alguns temas na internet como "Hold My Hand" e "Breaking News", e habilitou no site "Sonymusicdigital.com" um espaço para a compra antecipada do álbum e artigos promocionais.

"Michael" tem um preço de venda de US$ 12,99 por CD e um dólar a menos no caso da compra por download em formato mp3.

A lista das canções que compõem o disco são: "Hollywood Tonight", "Keep Your Head Up", "(I Like) The Way You Love Me", "Best Of Joy", "Behind The Mask", "Much Too Soon", "Breaking News", "Hold My Hand", "Monster" e "(I Can't Make It) Another Day".

"Michael" será o primeiro trabalho inédito publicado do cantor em nove anos, um ano depois da morte do artista. Michael Jackson faleceu em 25 de junho de 2009 vítima de uma intoxicação aguda por remédios.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Michael

Olá galera, bom não sei bem esplicar esse vídeo;
o vídeo é sobre o novo cd do nosso REI DO POP !
O vídeo é pequeno mais é muito lindo, eu simplesmente AMEI !

O Que Passou Por Aqui !

Saraiva