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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Tribunal confirma que médico de Michael Jackson é culpado por morte

Michael Jackson durante show da turnê 'HIStory' em Viena, no dia 2 de julho de 1997 (Foto: Reuters/Leonhard Foeger)

Um tribunal da Califórnia, nos Estados Unidos, rejeitou na quarta-feira (15) o recurso apresentado pelo médico cardiologista Conrad Murray, condenado pela morte do cantor Michael Jackson, em 25 de junho de 2009, e ratificou que há "evidências suficientes" para culpá-lo pela morte do artista.

A decisão do tribunal de apelações do segundo distrito da Califórnia chega apenas três meses depois que Murray deixou a prisão, após ter cumprido quase a metade de sua pena de quatro anos.

O médico Conrad Murray, que é acusado pela morte de Michael Jackson (Foto: Reuters)

Murray, de 60 anos, foi preso em Los Angeles, na Califórnia, e se utilizou de uma nova lei penitenciária do estado, que permite que os internos não considerados perigosos descontem um dia de pena por dia de boa conduta, o que reduziu seus quatro anos pela metade.

O médico, que sempre afirmou ser inocente, apesar de ter reconhecido que cuidava de Jackson com sedativos, poderia ter recuperado sua licença médica se os tribunais tivessem aceitado suas apelações.

Em uma sentença de 68 páginas, o tribunal da Califórnia ratificou a conveniência da condenação de quatro anos por existirem "evidências suficientes" da culpabilidade de Murray.

"Fica demonstrado que o senhor Jackson foi uma vítima vulnerável e que (Murray) estava em uma posição de confiança e violou essa relação ao descumprir as normas de uma conduta profissional adequada em vários sentidos", escreveu o tribunal em sua argumentação.

O médico foi mandado para a prisão em novembro de 2011, depois que um júri determinou que ele foi o responsável direto pela morte de Jackson.

Segundo a sentença emitida na época, Murray cometeu negligências graves no cuidado de seu paciente, erros que foram tipificados como "homicídio culposo", quando não há intenção de matar.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Ex de Michael Jackson ameaça Conrad Murray de morte, afirma site

Debbie Rowe em foto de abril de 2005 (Foto: AP/Aaron Lambert)

Debbie Rowe, ex-mulher e mãe dos dois filhos mais velhos de Michael Jackson, declarou ao site TMZ, nesta segunda-feira (25), que está "indignada" com a entrevista de Conrad Murray ao tabloide britânico "Daily Mail".

Ao jornal, Murray afirmou que ele e Michael costumavam brincar que nenhum dos dois gostaria de fazer sexo com ela. Rowe ameaçou o médico de morte, dizendo ao site que acredita que em menos de 18 meses "um fã de Jackson vai matá-lo, e eu terei comprado a bala. Eu não o mataria, mas compraria a bala... uma de ponta oca". Esta bala é considerada altamente letal uma vez que a munição se estilhaça assim que entra no corpo, atingindo vários órgãos.

Rowe, que cria cavalos em seu rancho, disse: "Pelo menos eu posso produzir. Ele não consegue nem escrever prescrições mais", além de outros xingamentos ao médico.

Segundo o TMZ, ela também ficou furiosa que Murray está alegando que Michael Jackson tirou a própria vida ao injetar uma dose fatal de Propofol, enquanto o médico estava fora do quarto. "É tão nojento que ele está destruindo os mortos. O júri certamente não comprou sua história”, declarou Rowe.

UHUUUU TAMO JUNTO DEBBIE hahaha \o/

Médico conta que punha camisinha e cateter genital em Jackson, diz jornal


O tabloide britânico "Daily Mail" publicou uma entrevista com Conrad Murray, médico que cuidou de Michael Jackson antes da morte do cantor. Na reportagem divulgada no domingo (24), Murray se defende das acusações de ter sido negligente com o cantor. Ele descreveu com detalhes os cuidados que tinha com Michael Jackson, segundo o jornal.

Conrad Murray foi condenado por homicídio culposo (involuntário) na morte do cantor Michael Jackson em 2009. Ele foi libertado da prisão em outubro de 2013, após cumprir dois anos da sentença, de quatro anos de detenção.

"Quer saber como eu era próximo dele?", perguntou Murray, segundo a reportagem, antes de dizer que tocava o órgão genital de Michael Jackson todas as noites para ligar um cateter, devido à incontinência urinária. "Ele usava calças escuras, pois depois de ir ao banheiro, ficava respingando por horas".

Murray também diz na entrevista, segundo o "Daily Mail": "Michael não sabia como colocar uma camisinha, então eu tinha que fazer isso para ele". A camisinha colocada por Murray era parte de um equipamento médico usado para incontinência urinária. Ela era ligada ao cateter, tubo que leva a urina a um recipiente. Murray diz que era uma das únicas pessoas em que o cantor confiava no fim da vida, e que fez tudo para salvá-lo. "Eu não matei Michael Jackson. Ele era um viciado em drogas. Foi Michael Jackson quem matou acidentalmente Michael Jackson", disse Murray, de acordo com o jornal.

AAAAAAAAH MEU DEUS VIU !

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

FBI investiga ameaças a C. Murray, ex-médico de Michael Jackson, diz site


Conrad Murray, médico pessoal de Michael Jackson que foi condenado por homicídio pela morte do cantor, foi solto em 28 de outubro, mas ainda não encontrou sossego. Segundo o site TMZ, a advogada de Murray, Valerie Wass, tem sofrido ameaças desde que ele saiu da prisão de Los Angeles. O FBI está investigando o caso.

De acordo com a publicação, as ameaças incluem frases como "um golpe na cabeça é tudo que você precisa" e "se você acha que os fãs de Michael Jackson são insignificantes, você está mortalmente errado".

Para o TMZ, os fãs estão direcionando as ameaças para a advogada por duas razões: porque eles não sabem como chegar até Murray e também devido a um vídeo do dia em que o médico foi liberado. Nas imagens, Wass confronta uma pessoa que grita e chama Murray de assassino. “Se você não fosse tão ignorante, saberia que ele não foi condenado por assassinato”, disse a advogada ao fã na ocasião.

Família de Michael Jackson diz que Murray vai "matar novamente"

Conrad Murray foi solto esta semana Foto: Getty Images

Conrad Murray, médico condenado a quatro anos de prisão pela morte de Michael Jackson, foi solto na última semana, após cumprir metade da pena. A família do rei do pop está preocupada com a possibilidade dele conseguir reaver a licença para voltar a trabalhar.

De acordo com o TMZ, a família de Michael está se sentindo ofendida por Murray ter entrado com um pedido para ter direito de exercer a medicina, porque afirma que ele vai "matar alguém novamente".

Durante os 20 anos que Conrad Murray tem como médico, seu único caso que deu errado foi justamente o de Michael Jackson, que morreu no dia 25 de junho de 2009.

O médico foi condenado por homicídio culposo por administrar uma dose letal do anestésico propofol no cantor.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Conrad Murray : Prisão, livro e reality show ?

O médico Conrad Murray, condenado por homicídio culposo (involuntário) na morte do cantor Michael Jackson em 2009, foi libertado da prisão nesta segunda-feira (28) após cumprir dois anos da sentença de quatro anos de detenção. As informações são da agência Associated Press.

Ele estava preso em uma cadeia em Los Angeles, e deixou a prisão logo após a meia-noite, segundo a polícia local. Uma mudança na lei da Califórnia permitiu que seu tempo de prisão fosse reduzido.

Muray, que atuava como cardiologista, foi considerado culpado em 2011 por causar a morte de Michael Jackson em junho de 2009 ao dar ao cantor uma overdose do potente anestésico propofol para ajuda-lo a dormir. Michael estava no meio de preparações para uma série de shows e Murray atuava como seu médico particular.

"Ele está preparado para continuar lutando enquanto for preciso", disse a advogada de Murray, Valerie Wass, antes da libertação de seu cliente, à agência Reuters.

Mas, já em liberdade parece que ele já tem muitos projetos novos, pois já escreveu grande parte de um livro sobre sua vida e o tempo que passou com o rei do pop, segundo o TMZ. Além disso, Murray também estaria planejando um reality show sobre sua vida após a prisão.

Ainda não se sabe se há editoras e produtoras atrás do médico.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Médico de Michael Jackson, Conrad Murray procura assessor para melhorar imagem


Conrad Murray nem saiu da prisão e já está atrás de um assessor de imprensa que possa melhorar sua imagem. Segundo o TMZ, o médico de Michael Jackson já está procurando alguém com a ajuda de um amigo.

As emissoras de televisão norte-americanas já estão se engalfinhando para conseguir a primeira entrevista do médico após sair da prisão e muito dinheiro pode estar envolvido na jogada. O site ainda fala que Conrad está escrevendo um livro também.

Conrad Murray foi condenado a quatro anos de cadeia em 2011 por causa do papel que teve na morte de Michael Jackson, mas irá sair no final de outubro por bom comportamento.


Que palhaçada viu, 
nenhum acessor vai ''melhorar'' 
sua imagem meu caro.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Júri inocenta empresa de shows pela morte de Michael Jackson


O júri que discutia se a AEG Live tinha responsabilidade na morte de Michael Jackson considerou que a promotora de shows não é civilmente responsável pela morte do "rei do pop", anunciou nesta quarta-feira em seu veredicto.

A decisão foi tomada por um tribunal popular da Corte Superior do condado de Los Angeles que entendeu que embora a companhia tenha contratado o médico Conrad Murray, condenado pelo homicídio do cantor, ele era competente para cuidar do artista.

A AEG Live foi processada em 2010 pela mãe de Michael Jackson, Katherine, em seu nome e no dos três filhos do "rei do pop", que acusavam a empresa de negligência por contratar Murray como médico do cantor e não supervisionar devidamente o estado de saúde do autor de "Thriller".

Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009 em Los Angeles por overdose de anestésicos, especificamente de propofol, fornecido por Murray e usado pelo artista para combater a insônia, poucas semanas antes de reestrear nos palcos em uma série de shows em Londres organizado pela AEG Live.

Murray foi condenado a quatro anos de prisão em 2011 por homicídio involuntário, e está previsto conseguir liberdade antecipada no próximo dia 28 de outubro.

Os Jackson alegam que a AEG Live tinha que ter cuidado melhor do "rei do pop" e reivindicaram nos tribunais que a empresa os indenizasse em até US$ 1,5 bilhão, valor relativo a renda que a família deixará de obter com a morte do cantor.

Ao longo dos cinco meses de julgamento, a AEG Live responsabilizou Jackson pela sua própria morte por abusar dos fármacos e negou uma relação contratual direta com Murray.

O júri, após quatro dias de deliberação, concluiu que a AEG Live tinha chegado a um acordo com o médico para que ele se encarregasse de zelar pelo bem-estar do artista durante as apresentações em Londres previstas para julho daquele ano e a potencial turnê mundial que se seguiria.

No entanto, os integrantes do tribunal determinaram que Murray estava capacitado para cumprir seu trabalho, o que livra a AEG Live de ter sido negligente neste caso.

O veredicto foi lido na presença de Katherine Jackson, que chegou aos tribunais apenas meia hora antes do início da sessão.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Médico nega responsabilidade de produtora na morte de Michael Jackson


Uma gravação obtida pelo site TMZ pode causar uma reviravolta no processo bilionário da família de Michael Jackson contra a AEG, empresa que promoveria a série de shows This is It em 2009, não realizada devido à morte do cantor, semanas do início das apresentações. O registro traz o médico Conrad Murray admitindo, em telefonema feito a um amigo da prisão, que ele foi contratado pelo próprio Rei do Pop para prepará-lo para as apresentações, não pela produtora, como alegam os acusadores no caso. Na ligação de cerca de cinco minutos, Murray diz que Jackson lhe ofereceu pessoalmente o convite de ser seu médico pessoal na turnê e admite: a AEG na verdade queria contratar um profissional menos caro - o que não foi possível devido à insistência do cantor - e nunca ordenou um tratamento específico para cuidar de sua saúde - os pedidos de medicamentos teriam todos feitos por Jackson -, sequer sabendo com o que ele era tratado.

"Michael desprezava a AEG e se referia às pessoas que trabalhavam na empresa como cobras", prossegue Murray na gravação. "Michael também tinha um desdenho particular por Kenny Ortega, produtor e diretor da This is It. Ele chegou a me dizer que o odiava, pois Kenny não tinha ideia do sofrimento que estava causando nele com o ritmo de ensaios."

A família Jackson acusa a AEG de ter contratado o médico e pede bilhões de dólares como indenização. A produtora, no entanto, nega e diz que Murray era funcionário direto do cantor. Condenado a quatro anos de cadeia por negligência na morte de Jackson, em consequência de uma overdose do anestésico Propofol, Murray deve ganhar liberdade ainda neste ano, em outubro, antes de cumprir metade da pena. De acordo com o site Female First, o adiantamento de sua liberdade é devido ao bom comportamento do médico e à superlotação do sistema carcerário californiano.

Juíza isenta executivos da AEG Live pela morte de Jackson

Michael Jackson e sua mãe, Katherine

Los Angeles - Uma juíza de Los Angeles inocentou nesta segunda-feira dois diretores da produtora artística AEG Live no processo civil relacionado à morte do cantor Michael Jackson, mas a empresa propriamente dita continuará sendo ré.

A decisão da juíza Yvette Palazuelos beneficia os executivos Randy Phillips e Paul Gongaware, que haviam sido citados na ação sob a acusação de terem sido negligentes ao contratarem o médico Conrad Murray.

O médico cuidava de Jackson quando o artista sofreu uma letal overdose de medicamentos, na época em que se preparava para uma temporada de shows que seria realizada pela AEG em Londres. Ele já foi condenado criminalmente por homicídio culposo.

A AEG alega que o próprio Jackson escolheu Murray como médico. O processo movido por familiares de Jackson deve ir a júri ainda neste mês.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Filhos viram Michael Jackson com overdose


Os filhos de Michael Jackson o encontraram sofrendo de overdose oito anos antes de sua morte. Paris e Prince, filhos mais velhos do astro, tinham apenas três e quatro anos quando viram seu pai deitado no frio do lado de fora da suíte de seu hotel na Walt Disney World em Orlando, Florida, em 2001. Na época, o guarda-costas Michael La Perruque salvou o 'Rei do Pop' fazendo uma respiração boca-a-boca até que uma assistência médica chegasse para examiná-lo. 

A revelação de La Perruque surgiu no Tribunal Superior de Los Angeles onde a mãe do cantor, Katherine Jackson, e sua família estão processando a produtora AEG live em R$350 milhões, pois eles acreditam que os promotores contrataram de forma errada o Dr. Conrad Murray, que mais tarde foi condenado por homicídio culposo pelo seu papel na morte de Michael. Apesar disso, a AEG alega que foi Michael quem pediu por Dr. Murray e que a culpa pela sua morte por overdose do anestésico Propofol, em 2009, foi somente dele. 

O segurança insiste que nunca encontrou medicamentos no quarto de Michael, mas que havia sempre garrafas vazias de álcool espalhadas e que ele temia que eventualmente o cantor sofreria uma overdose. La Perraque contou aos juizes: "Eu tinha a preocupação de que, sim, ele poderia ter uma overdose." Ele falou que a estrela o ligava "pelo menos 30 vezes" em algumas noites. 

Em seu depoimento o segurança disse: "Sua voz era muito arrastada. Eu ouvia vários resmungos e não conseguia entender o que ele estava falando. Eu acho que ele apenas estava solitário e queria alguém para conversar"

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Conrad Murray quer processar a família Jackson

Conrad Murray disse que não quer mais depor sobre o caso Michael Jackson. Ele pretende soltar o verbo caso seja obrigado a falar novamente

Conrad Murray, o médico acusado de matar Michael Jackson, quer processar a família do cantor segundo informa o site "TMZ", nesta quarta-feira (24). Além da família, ele também pretende entrar com uma ação contra a produtora do cantor, AEG. O doutor pretende fazer um pronunciamento revelador em breve.

Segundo informações do veículo, a revelação que ele pretende fazer nas próximas semanas deve dar um novo rumo ao processo de morte do cantor. Entre as coisas que ele teria para dizer estão como Michel se relacionava com a família. Conrad acompanhou o músico por alguns meses desde que ele começou a ensaiar a turnê "This Is It", que nunca chegou a estrear em Londres.

"Por favor, parem. Este é meu último aviso para ambos os lados. Não me obriguem a depor. Considerem isto como um aviso nuclear. Já chega", disse Murray, durante uma conversa com um amigo por telefone. Ele não quer ser obrigado a depor

Ele foi intimado a depor pela justiça dos Estados Unidos no processo movido por Katherine Jackson, a mãe do cantor e tutora dos três filhos que ele deixou, contra a empresa produtora da turnê que ele iria estrear em Londres, a AEG.

Médico condenado por matar Michael Jackson deixará prisão em outubro

Conrad Murray disse que não quer mais depor sobre o caso Michael Jackson. Ele pretende soltar o verbo caso seja obrigado a falar novamente

Dr. Conrad Murray – condenado a quatro anos pela morte de Michael Jackson, em 25 de junho de 2009 – deixará a prisão onde cumpre a pena, em Los Angeles, em outubro, segundo informações do site Female First.

O médico terá a liberdade concedida antes de cumprir a metade da pena devido ao seu bom comportamento e à superlotação das cadeias norte-americanas. Murray foi condenado em outubro de 2011 por administrar erroneamente o anestésico Propofol no astro pop.

Porém, a família de Michael Jackson não está satisfeita com a decisão. Katherine, a mãe do cantor, disse: “isso não é certo, eu nunca verei meu filho novamente enquanto a mãe dele pode vê-lo”.


Que bosta, tinha que ficar a vida inteira preso !

domingo, 21 de julho de 2013

Mãe de Michael Jackson diz que cantor desistiu de famoso passo de dança

Mãe de Michael Jackson, Katherine Jackson, 83 anos, afirmou em um depoimento em vídeo, gravado para o processo contra a produtora AEG Live, que o cantor havia concordado em fazer a turnê This Is It porque estava ficando velho para o “moonwalk”, passo de dança que ficou famoso com o artista. "Ele estava sempre brincando que não queria fazer o 'moonwalk' no palco quando chegasse aos 50 anos", disse ela, em testemunho exibido para o júri na quinta-feira (18).

A família Jackson está processando a AEG, que organizou os shows do This Is It em Londres, por ter contratado sem investigação prévia o Dr. Conrad Murray - o médico foi condenado por homicídio culposo pela morte de Michael, em junho de 2009. A produtora, por sua vez, afirma que foi o cantor quem contratou Murray e pediu o anestésico que desencadeou em sua morte.

O julgamento começou em abril e deve seguir até setembro.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Katherine Jackson X AEG Live



Divulgado vídeo do circuito interno de segurança que mostra a chegada de Michael Jackson ao seu último ensaio no Staples Center, em 24 de junho de 2009.

Michael usava a camisa "Curls For My Girls", além de uma grande capa de frio.

Curiosamente, nenhuma das pessoas ao seu redor vestia qualquer peça de roupa que indicasse grande frio no local. Trata-se de mais uma prova usada para demonstrar a fragilidade física do Rei do Pop durante o período dos ensaios para a turnê THIS IS IT.


Michael Jackson teria ficado 60 dias sem dormir antes de falecer

Michael Jackson

De acordo com o jornal “The Sun” antes de falecer, o cantor Michael Jackson estava sofrendo com insônia e teria ficado 60 dias sem dormir apropriadamente. Ainda de acordo com a publicação, o médico pessoal do rei do pop, o doutor Conrad Murray, revelou ter prescrito sedativos perigosos para induzir o astro ao sono.

Segundo o veículo, Michael apresenta sintomas claros em consequência do uso desse remédio, como, por exemplo, não ser capaz de dançar ou de lembrar a letra de suas músicas.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Mãe de Michael Jackson ganha primeira batalha contra produtora AEG


A mãe de Michael Jackson, Katherine, pode ter conquistado a primeira vitória na batalha judicial que trava com a produtora AEG, responsável pela produção da última turnê mundial do cantor, “This Is It”. Isso porque ela conseguiu provar em juízo que o acordo firmado entre a produtora e Jackson era informal, baseado em trocas de e-mails entre as partes, e sem a validação por um contrato oficial.

Com isso, Katherine ganha vantagem para reforçar sua tese de que a AEG foi negligente com o cantor, sobretudo na contratação do médico Conrad Murray, que teria sido o responsável pela morte de Jackson.

O processo já está em sua quarta semana, e deverá se estender por mais algumas ainda. As cifras envolvidas chegam a US$ 40 bilhões.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Mãe diz que tentou internar Michael Jackson várias vezes

Mãe diz que tentou internar Michael Jackson várias vezes - Grosby Group

Segundo o detetive Orlando Martínez, responsável pela investigação da morte de Michael Jackson, a família do cantor tentou interná-lo em clínicas de reabilitação, em muitas ocasiões, sem sucesso.

Todos estavam preocupados com seu vício em analgésicos, de acordo com Martínez, que assumiu o caso dia 25 de junho de 2009, entrevistando a mãe do artista, Katherine Jackson.

Durante o julgamento do processo da família Jackson contra a companhia produtora AEG Live, o detetive comentou:

"Seis meses depois de conversar com a senhora Katherine Jackson no hospital, voltei a entrevistá-la, e verifiquei alguns assuntos relacionados com reuniões familiares sobre vícios, e ela me revelou todas as tentativas da família para conseguir que seu filho Michael Jackson buscasse reabilitação", justifica.

Marvin Putnam, advogado da AEG Live também interrogou o detetive sobre o assunto, e ele esclareceu:

"A própria Katherine conversou com seu filho Michael sobre seu vício em medicamentos, mas seus esforços não deram resultado, porque ele sempre negou que tivesse qualquer problema com o vício".



Os verdadeiros fãs sabem que Michael sempre negou, 
e não queria que ninguém se intrometesse nisso, 
é uma pena pois muitos tentaram ajudar =/

Michael Jackson morreu com propofol suficiente para grande cirurgia

Michael Jackson faleceu em 2009 em decorrência da ingestão de grande quantidade de remédios (AP Photo/Alastair Grant)

Michael Jackson tinha propofol em seu organismo em quantidade semelhante à de alguém que é submetido a uma grande cirurgia, disse nesta segunda-feira o toxicologista que o examinou após sua morte em 2009, em um processo civil em Los Angeles apresentado por sua família contra uma empresa promotora de eventos.

O toxicologista Dan Anderson, do departamento de medicina legal de Los Angeles, prestou depoimento nesta segunda, no início da segunda semana do processo de Katherine Jackson, mãe de 82 anos do "rei do pop", contra a AEG Live, que organizava as apresentações para as quais Michael Jackson ensaiava no momento de sua morte.

Anderson encontrou no sangue do cantor 3,2 microgramas por mililitro do poderoso anestésico propofol, além de efedrina, lidocaína e os ansiolíticos lorazepam, midazolam e diazepam. "É um nível compatível com uma anestesia para uma cirurgia maior", ressaltou o toxicologista.

Após mostrar ao júri as fotos dos frascos de propofol que o cantor tinha em sua casa, Anderson afirmou: "É muito anormal que (o propofol) seja usado fora do ambiente de uma clínica. Isto elevou o sinal de alerta, pelo menos para mim. É algo muito problemático".

O médico de Michael, Conrad Muray, cumpre uma pena de quatro anos de prisão depois de ter sido condenado em 2011 por homicídio culposo, por ter administrado uma dose excessiva de propofol para aliviar a insônia crônica do artista.

O júri viu também a lista de medicamentos receitados ao cantor, a maioria deles prescritos por Murray: os ansiolíticos midazolam, diazepam, clonazepam e lorazepam, os anestésicos propofol, lidocaína e hidrocodona e o antidepressivo trazodone, além de Benoquin para a pele e Flomax para a próstata.

O advogado Michael Koskoff, que trabalha para a família Jackson, destacou a ausência de álcool, barbitúricos e demerol no organismo da estrela no momento de sua morte.

Também repassou uma lista de drogas ausentes no corpo, como cocaína, maconha, anfetamina, metanfetamina, codeína e morfina.

Os advogados dos Jackson tentam provar que a AEG Live, que supostamente contratou Murray, queria a todo custo manter ativo um Michael Jackson adoentado para que seguisse seu calendário de shows, algo que tornaria a empresa responsável por seu falecimento no dia 25 de junho de 2009.

A defesa da AEG Live, tentará provar que a decisão de contratar Murray foi responsabilidade de Jackson, que teria causado sua própria morte com suas iniciativas.

Michael Jackson sofria de artrite lombar, diz legista

Michael Jackson morreu em junho de 2009 Foto: BangShowBiz / BangShowBiz

O médico-legista Christopher Rogers declarou nesta terça-feira (7), no julgamento civil pela morte de Michael Jackson, que o "rei do pop" sofria de artrite na região lombar e nos dedos quando morreu, em junho de 2009. 

Rogers é uma das mais de 100 testemunhas que deverão ser ouvidas na Corte Superior do condado de Los Angeles nos próximos meses, em um litígio em que a mãe de Michael Jackson cobra da produtora de shows AEG Live uma indenização milionária pela morte do artista. 

 Katherine Jackson processa a AEG Live por considerar que a empresa é a responsável civil pela morte do cantor. Segundo ela, a produtora não supervisionou devidamente a saúde do artista e permitiu que ele fosse tratado pelo médico Conrad Murray, condenado a quatro anos de prisão pela morte do "rei do pop". 

Rogers disse que Jackson, de 50 anos, media 1,75m e pesava 61kg quando morreu, e que as radiografias evidenciaram que o artista sofria de artrite lombar, uma doença degenerativa das articulações que também afetava seus dedos. 

Os principais sintomas da artrite na parte baixa da coluna são dores ao realizar movimentos, perda de flexibilidade e incômodos que podem ser mais intensos durante a noite e ao acordar. 

O médico-legista indicou, segundo o Los Angeles Times, que Jackson também sofria de vitiligo, o que já vazara após sua morte, e que tatuara seus lábios de rosa e seus supercílios de preto. 

O julgamento civil pela morte do "rei do pop" entrou ontem em sua segunda semana. 

Jackson morreu em consequência de uma intoxicação aguda de remédios, especialmente do anestésico de uso exclusivo de hospitais propofol, que era aplicado com regularidade por seu médico pessoal, Conrad Murray.

O Que Passou Por Aqui !

Saraiva