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sábado, 8 de março de 2014

B. Howard esclarece os fatos

B. Howard desmente ser filho de Michael Jackson Reprodução/Facebook

Desmentindo a notícia divulgada pelo site TMZ, de que estaria tentando provar ser filho de Michael Jackson, o cantor B. Howard usou sua página no Facebook pra esclarecer os fatos e afirmar que nunca deu entrevista nenhuma ao site TMZ.

“Muita gente está falando em meu nome. Vou ser direto. Número um: Eu não liguei para o TMZ para divulgar essa história. Número dois: Nunca afirmei ser o filho de Michael Jackson. Número três: Não vou processar o espólio (de Michael Jackson), estou sendo bem cuidado e eu sou o responsável pela minha própria renda. Número quatro: É verdade que eu fiz um teste de DNA, mas não tem nada a ver com nada disso. Qualquer que seja o resultado do teste, ele é o que é”, afirmou B. Howard, pouco tempo depois do resultado do DNA - que de acordo com o TMZ seria de 99,9% de chances de Howard ser filho de MJ - ter sido divulgado

Segundo o site do Jornal O Globo, a mãe de Brandon, Miki Howard, decidiu, em 1982, passar a se chamar Billy ao se divulgar como cantora gospel. É fato que Michael a conhecia, e os boatos dão conta de que ele ainda teria escrito a letra da música Billie Jean, lançada em 1982, para ela:

“Billie Jean não é minha amante/ Ela é só uma garota que afirma que eu sou o cara / Mas o garoto não é meu filho / Ela diz que sou eu, mas o garoto não é meu filho”, dizia a canção.

E gerando ainda mais polêmica, o Daily Mail publicou na última quinta-feira, 6, uma entrevista de Augie Johnson, de 65 anos, que era backing vocal do álbum de Michael Jackson, Off the wall, em 1979, afirmando ser o verdadeiro pai de B. Howard.

Eu sei que Brandon é meu filho. Eu estava lá na sala de parto, tenho fotos dele nascendo. Tenho gravações, tenho tudo. Antes de mim, Miki não esteve com mais ninguém. Ela nem conhecia Michael naquela época. Eu amo meu filho e ele pode fazer o que quiser. Não vou ficar no caminho dele. Quero que Brandon faça sucesso na carreira dele — disse Johnson.

Segue o vídeo de Howard


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Júri inocenta empresa de shows pela morte de Michael Jackson


O júri que discutia se a AEG Live tinha responsabilidade na morte de Michael Jackson considerou que a promotora de shows não é civilmente responsável pela morte do "rei do pop", anunciou nesta quarta-feira em seu veredicto.

A decisão foi tomada por um tribunal popular da Corte Superior do condado de Los Angeles que entendeu que embora a companhia tenha contratado o médico Conrad Murray, condenado pelo homicídio do cantor, ele era competente para cuidar do artista.

A AEG Live foi processada em 2010 pela mãe de Michael Jackson, Katherine, em seu nome e no dos três filhos do "rei do pop", que acusavam a empresa de negligência por contratar Murray como médico do cantor e não supervisionar devidamente o estado de saúde do autor de "Thriller".

Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009 em Los Angeles por overdose de anestésicos, especificamente de propofol, fornecido por Murray e usado pelo artista para combater a insônia, poucas semanas antes de reestrear nos palcos em uma série de shows em Londres organizado pela AEG Live.

Murray foi condenado a quatro anos de prisão em 2011 por homicídio involuntário, e está previsto conseguir liberdade antecipada no próximo dia 28 de outubro.

Os Jackson alegam que a AEG Live tinha que ter cuidado melhor do "rei do pop" e reivindicaram nos tribunais que a empresa os indenizasse em até US$ 1,5 bilhão, valor relativo a renda que a família deixará de obter com a morte do cantor.

Ao longo dos cinco meses de julgamento, a AEG Live responsabilizou Jackson pela sua própria morte por abusar dos fármacos e negou uma relação contratual direta com Murray.

O júri, após quatro dias de deliberação, concluiu que a AEG Live tinha chegado a um acordo com o médico para que ele se encarregasse de zelar pelo bem-estar do artista durante as apresentações em Londres previstas para julho daquele ano e a potencial turnê mundial que se seguiria.

No entanto, os integrantes do tribunal determinaram que Murray estava capacitado para cumprir seu trabalho, o que livra a AEG Live de ter sido negligente neste caso.

O veredicto foi lido na presença de Katherine Jackson, que chegou aos tribunais apenas meia hora antes do início da sessão.

Site revela trechos do diário de Michael Jackson




Michael Jackson é um dos maiores nomes da música no mundo, mas parece que todo o sucesso que teve ainda não era suficiente. O site "Radar Online" teve acesso a trechos do diário do rei do pop que mostram sua vontade em ser o maior cantor de todos tempos, além de ser uma estrela maior que Grace Kelly e Fred Astaire. "Melhor que Kelly e Astaire", escreveu Jackson. "O melhor de todos entre Chaplin, Michelangelo e Disney - esses caras faziam perfeição e inovação sempre", completou ele.

As páginas do diário ainda contam o esquema de Michael para remodelar sua carreira na tentativa de ser imortalizado como seus ídolos. As notas arquivadas em um tribunal de Los Angeles, como parte do processo de sua morte, detalham como ele queria que seu médico pessoal, Conrad Murray, estivesse com ele e receitasse remédios na turnê "This is it".

Michael ainda escreveu que precisava da ajuda do médico, que o receitou doses letais de anestésicos, para poder dormir. "Conrad tem que praticar agora. Eu não posso ficar cansado depois de fazer o sono Rem", escreveu o cantor. "Contratar Conrad com exclusividade", disse ele em outra nota.

O pop star destacou também que ele queria que a AEG, a empresa responsável pela sua turnê, o ajudasse a desenvolver o remake de filmes clássicos como "Simbad e a Princesa", "Ali e os 40 ladrões" e "Vinte Mil Léguas Submarinas". Michael ainda queria criar a versão 3D do filme "Aladdin", animação da Disney e afirmou: "Se eu não me concentrar em cinema, não serei imortal".

Além dos filmes, Jackson também pretendia trabalhar em um musical sobre sua vida, batizado de "The great white way", e em uma linha de refrigerantes e biscoitos. Ele ainda falou sobre a vontade de conhecer Simon Fuller, o criador do programa "American Idol" e da banda Spice Girls, para tentar ajudar a levantar sua carreira. Em sentido oposto, ele mostrou sua rejeição ao ex-empresário, Tohme Tohme. "Tohme longe do meu dinheiro. Nenhum Tohme no avião no meu avião ou na minha casa", disse ele nos manuscritos.

O ganhador de 13 prêmios do Grammy, comentou sobre sua situação financeira: "Contratar um contador que eu confio e um advogado. Cuidado, Cuidado". Em outra nota ele escreveu: "Mãe, você precisa de dinheiro".

Atualmente os advogados de Katherine Jackson estão lutando para fazer as notas serem aceitas como evidências no processo de Michael, no entanto, a AEG, responsável pelas apresentações de Londres, argumenta que as notas são fofocas e não podem ser aceitas pelo juiz. "Simplesmente não há evidências que mostrem quando Michael Jackson escreveu as notas, porque ele escreveu e o que significam. Por isso, não há como dizer se as notas mostram os planos, motivações ou inteções de Michael Jackson", comentou um responsável pela empresa.

Katherine, de 83 anos, está processando a compania pela morte do filho alegando que os executivos da empresa contrataram que receitou os medicamentos para o cantor e por isso deve ser financeiramente ressarcida. A AEG afirma que Jackson manteve sua dependência química secretamente e que um contrato com Conrad nunca foi assinado.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Médico nega responsabilidade de produtora na morte de Michael Jackson


Uma gravação obtida pelo site TMZ pode causar uma reviravolta no processo bilionário da família de Michael Jackson contra a AEG, empresa que promoveria a série de shows This is It em 2009, não realizada devido à morte do cantor, semanas do início das apresentações. O registro traz o médico Conrad Murray admitindo, em telefonema feito a um amigo da prisão, que ele foi contratado pelo próprio Rei do Pop para prepará-lo para as apresentações, não pela produtora, como alegam os acusadores no caso. Na ligação de cerca de cinco minutos, Murray diz que Jackson lhe ofereceu pessoalmente o convite de ser seu médico pessoal na turnê e admite: a AEG na verdade queria contratar um profissional menos caro - o que não foi possível devido à insistência do cantor - e nunca ordenou um tratamento específico para cuidar de sua saúde - os pedidos de medicamentos teriam todos feitos por Jackson -, sequer sabendo com o que ele era tratado.

"Michael desprezava a AEG e se referia às pessoas que trabalhavam na empresa como cobras", prossegue Murray na gravação. "Michael também tinha um desdenho particular por Kenny Ortega, produtor e diretor da This is It. Ele chegou a me dizer que o odiava, pois Kenny não tinha ideia do sofrimento que estava causando nele com o ritmo de ensaios."

A família Jackson acusa a AEG de ter contratado o médico e pede bilhões de dólares como indenização. A produtora, no entanto, nega e diz que Murray era funcionário direto do cantor. Condenado a quatro anos de cadeia por negligência na morte de Jackson, em consequência de uma overdose do anestésico Propofol, Murray deve ganhar liberdade ainda neste ano, em outubro, antes de cumprir metade da pena. De acordo com o site Female First, o adiantamento de sua liberdade é devido ao bom comportamento do médico e à superlotação do sistema carcerário californiano.

domingo, 21 de julho de 2013

Mãe de Michael Jackson diz que cantor desistiu de famoso passo de dança

Mãe de Michael Jackson, Katherine Jackson, 83 anos, afirmou em um depoimento em vídeo, gravado para o processo contra a produtora AEG Live, que o cantor havia concordado em fazer a turnê This Is It porque estava ficando velho para o “moonwalk”, passo de dança que ficou famoso com o artista. "Ele estava sempre brincando que não queria fazer o 'moonwalk' no palco quando chegasse aos 50 anos", disse ela, em testemunho exibido para o júri na quinta-feira (18).

A família Jackson está processando a AEG, que organizou os shows do This Is It em Londres, por ter contratado sem investigação prévia o Dr. Conrad Murray - o médico foi condenado por homicídio culposo pela morte de Michael, em junho de 2009. A produtora, por sua vez, afirma que foi o cantor quem contratou Murray e pediu o anestésico que desencadeou em sua morte.

O julgamento começou em abril e deve seguir até setembro.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Arquivos do FBI sobre Michael Jackson são solicitados

Suposta vítima do cantor afirma que ele pagou R$78 milhoes pelo silêncio dos meninos violentados Foto: Getty Images

O coreógrafo Wade Robson, que acionou a justiça contra o Rei do Pop alegando ter sofrido anos de abusos vindos da parte de Michael, pediu que seus advogados contatem o FBI sobre supostos subornos feitos a outras vítimas para que ficassem caladas. As informações estariam em documentos secretos, que indicam que o cantor chegou a pagar R$ 78 milhões para cada vítima.

O dançarino de 30 anos espera reforçar sua ação, recebida com ceticismo, já que Wade negou ter sido molestado pelo astro do pop durante julgamento em 2005. Ele estava acompanhado de outras supostas vítimas que teriam sido subornadas por Michael.

"Wade sabe que se ficar lado a lado com outro acusador, ele pode se dar melhor. Ele sente que seu caso pode ter sucesso se ele conseguir outra criança para acusar Michael de crimes similares", disse uma fonte ao jornal New York Daily News.

"Isso foi há mais de 20 anos, mas agora sua principal preocupação é construir um caso que mostre ao mundo que ele está certo."

A notícia chega depois que um jornal britânico revelou documentos que mostram que Michael pagou a 24 famílias diversas quantias de dinheiro pelo silêncio das supostas vítimas.

O investigador particular, responsável pelos documentos, Anthony Pellicano, tinha sido contratado pelo Rei do Pop para encontrar as famílias das vítimas e organizar os pagamentos. Os relatórios fariam parte de uma investigação do FBI de 2002, mas não vieram a tona no julgamento de 2005, quando Michael foi inocentado de molestar um menino de 13 anos.

sábado, 25 de maio de 2013

Joe Jackson afirma que coreógrafo está sendo pago para mentir, diz site

Pai de Michael Jackson (Foto: Reuters/Reuters)

Joe Jackson, pai de Michael Jackson, disse ao TMZ na quarta-feira (22) que o coreógrafo Wade Robson – que faz uma acusação póstuma por abuso sexual na infância – está sendo pago para mentir sobre a reputação do cantor. Joe estava no aeroporto de Los Angeles quando foi abordado pelo site especializado em celebridades e afirmou que Robson pretende destruir a reputação de seu filho.

Em recente entrevista ao programa de TV NBC Today, o coreógrafo disse que dos sete aos 14 anos de idade foi obrigado por Michael Jackson a "realizar atos sexuais". Robson, de 30 anos, pede indenização aos donos do espólio. Ele teria conhecido Michael Jackson aos cinco anos. Aos sete, começou a dormir algumas vezes no rancho Neverland e outras casas de Michael em Los Angeles e Las Vegas. O contato durou até Wade completar 14.

Em processo judicial de 2005, de acordo com o TMZ e com reportagem do "New York Times" da época, Robson negou ter sofrido abuso sexual por Michael Jackson. No mesmo processo, a ex-empregada do cantor teria dito que viu os dois tomando banho juntos quando o coreógrafo tinha oito ou nove anos.

Durante o NBC Today, Robson disse que somente trouxe a história à tona agora porque foi obrigado a ficar em silêncio por Michael durante o julgamento por abuso sexual infantil, em 2005. Michael teria dito a ele que tudo era "uma expressão de amor" e que vida e carreira dos dois acabariam se ele contasse o que eles estavam fazendo para alguém.

O coreógrafo ainda acrescentou que ele acredita que Michael era um "homem perturbado", que tinha um talento incrível, mas "também era um pedófilo".

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Testemunho pode ajudar coreógrafo que acusa Michael Jackson de abuso

Wade Robson (Foto: Reprodução / Youtube)

O depoimento de Blanca Francia, a ex-governanta de Michael Jackson, vai ser decisivo na decisão de um novo processo civil a respeito do espólio do cantor. Blanca teria visto Wade Robson, na época com 7 ou 8 anos, nu no chuveiro com Michael. Agora, o júri está dissecando o testemunho de Blanca, feito em 2005, para definir se Wade tem direito ao espólio do rei do pop. As informações são do "TMZ".

Durante o julgamento, Francia - que trabalhou para Michael no final dos anos 80 - descreveu a suposta cena que teria visto. Segundo ela, a cueca de Michael estava no chão, fora do chuveiro, bem como uma cueca de tamanho infantil, da cor neon verde. Ela disse que não podia ver o que Michael estava fazendo exatamente porque a porta do chuveiro estava embaçada, mas que ouviu Michael rindo.

O testemunho de Francia não foi suficiente para convencer o júri da culpa de Michael em 2005, que foi absolvido. Na época, Wade, que atualmente trabalha como coreógrafo de Britney Spears, testemunhou que Michael nunca o tocou.

Henry Gradstein, advogado de Wade Robson, declarou ao site "TMZ", que o cantor "era um monstro". Ainda de acordo com a publicação, Gradstein explicou que seu cliente era ameaçado, caso levasse essa história a público. "No ano passado, numa trajetória de carreira além das expectativas, ele (Wade) entrou em colapso por causa do estresse e do trauma sexual que aconteceu com ele durante sete anos de sua infância", explicou Grandstein.

Ao site "TMZ", Howard Weitzman, o advogado que defende os espólios do cantor diz que: "A queixa de Mr. Robson é ultrajante e patética. Esse é um jovem que atestou pelo menos duas vezes nos últimos 20 anos e disse em inúmeras entrevistas que Michael Jackson nunca fez nada inapropriado para ele e com ele".

Segundo fontes do "TMZ", agora Wade quer usar o testemunho de Blanca para mostrar que Michael abusou dele quando era criança. Os advogados de Wade estão tentando entrar em contato com para saber se ela quer cooperar com o novo caso.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Começa o julgamento da empresa AEG Live, por morte de Michael Jackson


A Corte Superior do condado de Los Angeles recebeu nesta segunda-feira (29) a primeira sessão de um novo julgamento em torno da morte de Michael Jackson, que tem agora como litigante a mãe do Rei do Pop, que acusa a promotora AEG Live de ser a responsável civil pelo falecimento do artista.

Acompanhada de Rebbie e Randy, irmãos do cantor, a matriarca do clã Jackson, Katherine, foi ao tribunal no centro de Los Angeles, onde seu advogado Brian Panish tomou a palavra para apresentar seu caso a um júri composto de 12 pessoas cujo veredicto pode valer bilhões de dólares.

Panish culpou a AEG Live de pressionar o Rei do Pop e ignorar seu delicado estado de saúde com o único objetivo de fazer um grande negócio com a volta de Michael Jackson aos palcos, prevista para julho de 2009 em Londres, poucas semanas depois de seu falecimento, ocorrido em 25 de junho em Los Angeles.

O advogado explicou que durante o litígio provará o vínculo laboral entre o médico de Jackson,Conrad Murray, e a AEG Live. Murray cumpre atualmente uma sentença de 4 anos de prisão após ser condenado no final de 2011 por homicídio involuntário no julgamento penal pela morte do cantor.

O júri considerou provado então que Murray foi quem causou o repentino falecimento de Michael Jackson por overdose de remédios. Murray comprava os fármacos, alguns apenas para uso hospitalar, e os dava ao artista em casa.

Segundo a acusação, a AEG Live não supervisionou devidamente o tratamento recebido por Jackson e contribuiu para aumentar a ansiedade do Rei do Pop em função de um ambicioso retorno de 50 shows que presumivelmente seria seguido de uma turnê mundial.

Panish contou ao júri que Michael Jackson se tornou viciado em calmantes depois do acidente que sofreu enquanto gravava em 1984 um anúncio publicitário de refrigerantes e que lhe deixou com queimaduras em várias partes do corpo.

Em sua exposição dos fatos, Panish disse que a dependência farmacológica de Jackson era conhecida pelas pessoas ligadas ao cantor, e que os executivos da AEG eram os únicos que pareciam não estar inteirados.

A AEG alega que Michael Jackson foi quem pediu especificamente a Conrad Murray para que fosse seu médico pessoal, alguém com quem o Rei do Pop tinha estabelecido uma relação de confiança anos atrás.

O advogado dos Jackson afirmou que existia um acordo verbal entre Murray e a AEG para manter o cantor à altura das expectativas durante sua volta aos palcos. O julgamento, presidido pela magistrada Yvette Palazuelos, começou hoje com a exposição inicial de argumentos, e calcula-se que durará até 4 meses, um tempo no qual está previsto que passem a ser ouvidas mais de cem testemunhas.

Nessa lista estão Katherine Jackson, os dois filhos mais velhos do cantor, Prince Michael e Paris, assim como suas ex-mulheres, Lisa Marie Presley e Debbie Rowe, seus irmãos e famosos como Prince, Diana Ross, Quincy Jones e Spike Lee.

O processo foi apresentado por Katherine em setembro de 2010 e em nome dos filhos do cantor. Em caso de sentença condenatória, a AEG Live pode ser obrigada a pagar bilhões de dólares em danos, segundo estimativas.

A AEG Live é subsidiária da gigante do setor de entretenimento Anschutz Entertainment Group (AEG), que é dona, administradora ou parceira de complexos esportivos em todo o mundo, como o L.A. Live, que inclui o ginásio Staples Center, casa do Los Angeles Lakers, da NBA.

No Brasil, a AEG participa da licitação para a concessão do Maracanã em um consórcio do qual também fazem parte as empresas Odebrecht e IMX, esta última de Eike Batista. Além disso, a AEG tem contrato para ser a gestora do novo estádio do Palmeiras e da Arena Pernambuco, que será usada na Copa das Confederações deste ano e na Copa do Mundo de 2014. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Ex-assistente de Michael Jackson processa empresa por negligência

Michael Jackson (Foto: Agência/AFP)

Michael Amir Williams, ex-assistente pessoal de Michael Jackson, entrou com uma nova ação judicial contra a AEG Live, alegando que a empresa foi negligente ao contratar o Dr. Conrad Murray para cuidar do cantor, segundo o site "TMZ". Ele quer receber com outros membros da equipe uma indenização pelos prejuízos após a morte do cantor, ocorrida em junho de 2009, já que o médico foi responsabilizado por isso.

"Esta ação é leviana e será barrada por pelo menos quatro diferentes doutrinas jurídicas", acredita um representante da AEG ouvido pela publicação. Além disso, ele nunca foi beneficiário do contrato de Michael com a empresa. "É vergonhoso. Este é apenas o mais recente processo na esperança de lucrar com a morte trágica de Michael Jackson, da mesma forma que lucraram com sua vida", afirma.

E laiaaa, mais um ¬¬'

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Amigo de Michael Jackson revela que testamento deixado pelo cantor pode ser falso


Segundo Gest, existe um conflito de datas e locais evidente, que impediria a legitimidade do documento.

"Há muitas dúvidas a respeito do testamento", afirma Gest. "Uma delas é sobre como Michael teria assinado os papeis em Los Angeles - quando supostamente ele estava em Nova York no dia da assinatura. Se ele estava em Nova York, como ele teria assinado o testamento em Los Angeles?", questiona.

A mesma acusação já foi feita anteriormente pela irmã de Michael, a cantora Janet Jackson. Segundo Janet, Michael estava em Nova York no dia 07 de junho de 2002, suposta data da assinatura, hospedado na casa de Al Sharpton, um amigo da família Jackson.

Na ocasião, John Branca e John McCain, os advogados responsáveis pelo testamento de Michael, saíram em defesa da legitimidade do documento. "Todas as dúvidas a respeito do testamento de Michael foram derrubadas há dois anos, quando a questão foi rejeitada pela justiça municipal e estadual".

domingo, 7 de outubro de 2012

Biografia de Michael Jackson vai mostrar ganância da família após sua morte

Com jaqueta de couro e tachas usada no clipe <i>Bad</i>, de 1987

Se as notícias sobre as brigas na família pela herança de Michael Jackson já revoltaram os fãs, a biografia que o jornalista Randall Sullivan lança nos Estados Unidos sobre o astro, no mês que vem, promete deixá-los ainda mais raivosos. Em Untouchable (Intocável, em tradução direta), o autor conta detalhes sórdidos sobre como os irmãos e até a mãe do astro passaram por cima de sua memória para colocar as mãos em sua herança milionária, logo após sua morte. 

Segundo trechos do livro publicados pela revista Vanity Fair, o corpo de Michael Jackson demorou mais de três meses para ser enterrado por causa de Janet Jackson. A irmã famosa impediu que o enterro fosse realizado antes do espólio do músico lhe reembolsar os 40 mil dólares gastos por ela para garantir um túmulo no cemitério Forest Lawn, em Los Angeles. 

Seguranças da casa onde Michael morava com os filhos contaram ao jornalista que horas após a morte do popstar La Toya e o namorado pediram para entrar na mansão. A mãe, Katherine Jackson, apareceu em seguida e ligou para Grace Rwaramba, babá de longa data dos netos, com um objetivo claro: descobrir onde o filho guardava os sacos cheios de dinheiro. "Grace, as crianças não param de chorar e perguntar por você. Elas não acreditam que o pai morreu. Por acaso, você sabe onde Michael guardava o dinheiro?", quis saber Katherine, que, como o resto da família, conhecia o hábito do cantor de esconder cédulas embaixo de carpetes e dentro de sacos de lixo pretos. 

No dia seguinte, a babá contou ter visto Janet Jackson encher uma van com sacos pretos. 

Sequestro de Katherine Jackson - A publicação também apresenta a versão da mãe de Michael Jackson sobre o seu desaparecimento no fim de julho. Ela disse que foi examinada pelo médico Allen Metzger a mando da filha Janet. Foi detectada uma elevação em sua pressão sanguínea e por isso Metzger a proibiu de viajar de carro para a cidade de Albuquerque, no Novo México, onde iria assistir ao show dos filhos na turnê Unity Tour. Só depois de entrar no avião particular, Katherine descobriu que estava indo para a cidade de Tucson, no Arizona, onde Janet a aguardava no spa Miraval. A manobra, porém, segundo fontes ligadas à família, teria sido articulada pelos irmãos Randy, Jermaine, Janet, Tito e Rebbie Jackson para se apoderar da herança milionária deixada pelo músico. 

Katherine ficou ausente da casa onde morava com os filhos de Michael por dez dias, o que culminou na suspensão de seu posto como guardiã legal dos netos. Em seguida, o Tribunal Superior do condado de Los Angeles determinou que a custódia de Prince, Paris e Blanket fosse dividida entre Katherine e seu neto, Tito Joe Jackson.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Janet Jackson diz que foi proibida de ver mãe e sobrinhos

A cantora divulgou um comunicado sobre as última polêmicas de sua família. Foto: Getty Images

Janet Jackson resolveu falar sobre as disputas com seus irmãos e familiares em relação à validade do testamento deixado por Michael Jackson, que morreu em 2009. Por meio de um comunicado, ela diz que os advogados responsáveis pelo documento estão danificando "relações familiares fundamentais". 

No comunicado, Janet acusa John Branca e John McClain de isolar a matriarca da família Jackson, Katherine, de "todos que duvidem da validade do testamento". Além disso, representando os irmãos Randy e Rebbie, afirma que a campanha negativa da mídia gerada pelos executores e seu agentes foram inexoráveis. O trio diz que foi proibido de visitar a mãe, de 82 anos, e os sobrinhos, Prince, 15, Paris, 14, e Blanket, 10. 

"Desde a perda de Michael, a principal preocupação foi e continua sendo o bem estar de seus filhos, da mãe dele, Katherine Jackson, e de toda a família. Infelizmente, Janet, Randy e Rebbie estão sendo prejudicados pelas ações dos executores do testamento deixado por Michael, determinados e pagos para fazer os seus mandos", afirma o comunicado, que ainda garante que não há interesse financeiro no caso. 

Recentemente, Katherine Jackson foi dada como desaparecida pelos netos, filhos de Michael Jackson. Ela chegou a perder a guarda do trio, mas depois a custódia temporária das crianças foi devolvida à avó, que a compartilhará com Tito Joe Jackson, sobrinho do rei do pop.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Juiz devolve guarda de filhos de Michael Jackson a avó Katherine



O juiz Mitchell Beckloff do Tribunal Superior do condado de Los Angeles devolveu nesta quinta-feira a custódia temporária dos filhos de Michael Jackson à avó, Katherine Jackson, que a compartilhará com Tito Joe Jackson, sobrinho do "rei do pop".

"Parece claro que as crianças estão bem cuidadas pela senhora Jackson, que por sua vez as ama muito e tem substanciais e significativas relações com T.J Jackson", declarou Beckloff na audiência de hoje, segundo informou o jornal "Los Angeles Times".

Beckloff explicou que, por enquanto, a guarda compartilhada será temporária até que se realize uma nova audiência, prevista para o dia 22 de agosto, na qual poderá ratificar a sentença.

Uma das advogadas que representa os filhos do "rei do pop", Margaret Lodise, relatou nesta quinta, na saída do julgamento, que a cantora Diana Ross, a quem Michael Jackson nomeou responsável de seus filhos no caso de sua mãe não poder fazê-lo, visitou as crianças em sua residência californiana de Calabasas na quarta-feira e concordou que Tito Joe e Katherine Jackson compartilhem a custódia.

A nova decisão do tribunal ocorreu depois que a guarda de Prince Michael, Paris e "Blanket" havia sido retirada da avó, Katherine Jackson, de 82 anos, em 25 de julho, depois que ela se ausentou do domicílio onde mora com as crianças por 10 dias sem que todos da família soubessem de seu paradeiro.

A prolongada ausência da avó fez com que Paris Jackson, de 14 anos, recorresse ao Twitter para manifestar que tinha 8 dias que não falava com ela.

Deste modo, parte das diferenças dentro da família Jackson parecem ter sido resolvida, depois que o advogado de Katherine, Perry R. Sanders Jr, explicou que a avó das crianças foi internada em um spa porque apresentava pressão arterial elevada.

Segundo vazou na imprensa local, Randy, Jermaine, Rebbie e Janet Jackson, irmãos de Michael, internaram a mãe para receber tratamento sem informar devidamente seu paradeiro ao resto da família, o que depois de alguns dias fomentou rumores inclusive de possível sequestro.

Na quarta-feira, Jermaine emitiu um comunicado em que dizia oferecer um "ramo de oliveira" para selar a paz e pedia à família para se unir de novo.

"Chega. Após um exame de consciência, é claramente o momento de viver segundo as palavras de Michael de amor, e não guerra", concluiu Jermaine em sua nota.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Mãe de Michael Jackson critica perda de guarda dos filhos do cantor

Katherine Jackson falou sobre o caso em entrevista à rede de TV ABC. Foto: AP

A mãe do cantor Michael Jackson, Katherine Jackson, afirmou que a decisão da Justiça americana de dar a guarda temporária dos filhos do rei do pop, até então sob seus cuidados, para seu neto Tito Jackson Jr. foi baseada em "um monte de mentiras".

A declaração foi dada durante entrevista à rede de televisão americana ABC.

Katherine tem a guarda dos três filhos do cantor Paris, de 14 anos, Prince Michael, de 15 anos e Prince Michael 2º (também conhecido como Blanket), de 10 anos, desde a morte de Michael Jackson, em junho de 2009. Durante o último fim de semana, Katherine, de 82 anos, foi dada como desaparecida. Na terça-feira, Paris escreveu no Twitter que não via a avó "há nove dias".

Katherine, entretanto, estava no Estado americano do Arizona, na casa de parentes.

Na quarta-feira, a Justiça deu a guarda temporária dos filhos de Michael para Tito Jackson Jr, filho de Tito Jackson, também conhecido como TJ.

O juiz Mitchell Beckloff tomou a decisão depois do episódio da ausência de Katherine e a falta de contato da mãe de Michael com os três netos. "A decisão da Justiça (...) foi baseada em um monte de mentiras", afirmou Katherine à ABC. "Mas eu tenho uma ideia de quem está fazendo isto, quem está por trás disto.", acrescentou.

"Eu falei com meu neto TJ e também falei com Prince e Paris ontem à noite (quarta-feira) e prometi que estaria em casa hoje (quinta-feira). Eles estão esperando a minha volta".

Na declaração dada à ABC, ela desmentiu os rumores que surgiram nos últimos dias de que teria sido sequestrada. "Havia boatos circulando a meu respeito, de que eu tinha sido sequestrada e mantida (presa) contra minha vontade. Estou aqui hoje para dizer a todos que estou bem", disse Katherine.

"Estou aqui com meus filhos e meus filhos jamais fariam algo assim comigo, me manter (presa) contra a minha vontade. É muita estupidez que as pessoas pensem isto".

"Estou desolada com o fato de que, enquanto estive fora, meus filhos - meus netos - foram tirados de mim, e estou voltando para casa para ver isto", afirmou.

Sem telefone
Na declaração dada à rede ABC, Katherine Jackson afirmou que não manteve contato com os três filhos de Michael enquanto estava no Arizona, pois estava sem seu telefone.

"Eu não queria receber nenhum telefonema. Mas, enquanto eu estava aqui (no Arizona), minha secretária, Janice Smith, estava ligando para casa para saber como todos estavam. Ela manteve contato com meu neto e ele disse que estava tudo bem".

Katherine disse que seu neto não precisava ter assumido a guarda temporária dos filhos de Michael. "Eu disse a ele (Tito Jackson Jr.) que ele não precisa assumir a guarda, não sei quem o instruiu a fazer isto, pois ele queria que eu voltasse para casa antes de tudo isso acontecer".

Na audiência que determinou que Tito Jackson Jr. ficaria com a guarda temporária dos filhos de Michael, Tito afirmou que conversou com Katherine e ela teria usado frases estranhas e as palavras soavam "incompreensíveis". Desde o final de semana em que Katherine foi dada como desaparecida, surgiram informações de brigas dentro da família Jackson. Os irmãos do cantor, Jermaine, Randy e Janet teriam ido até a casa onde os filhos do cantor moram e teriam insistido em sair com os três do local.

A polícia foi chamada na segunda-feira devido a uma briga que teria ocorrido entre os membros da família.

Além da mudança na guarda dos filhos de Michael, o juiz Beckloff também determinou que os três não devem sair do Estado da Califórnia. O juiz acrescentou que não há provas de que Katherine tenha feito algo errado e que "atos intencionais de terceiros" estavam evitando que ela cumprisse seu papel de guardiã das crianças.

Segundo a agência de notícias Associated Press, ele vai dar novamente a guarda das crianças à Katherine quando ela voltar para casa.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Sobrinho de Michael Jackson ganha guarda temporária dos filhos do cantor


TJ Jackson, sobrinho de 34 anos de Michael Jackson, ganhou, nesta quarta-feira, a guarda temporária dos filhos do cantor, morto em 2009. Paris, Prince e Blanket viviam sob os cuidados da avó, Katherine. O próximo passo do filho de Tito é pedir a guarda total das crianças, segundo o site TMZ.

Numa audiência em Los Angeles, o juiz Mitch Beckloff, que cuida de outros assuntos relacionados à família de Michael, afirmou que a matriarca dos Jackson não teve o direito suspenso por fazer algo errado, mas por ter sido impedida de de cumprir seus deveres como guardiã por intenção de terceiros.

No fim de semana, Paris escreveu no Twitter que não tinha notícias da avó há uma semana e membros da família foram à polícia de Los Angeles dar queixa do sumiço. Mas logo depois Jermaine Jackson, irmão de Michael, informou no Twitter que Katherine estava na casa de parentes no Arizona, descansando a pedido de um médico.

Na segunda-feira, 23, os filhos de Michael teriam sido agredidos por membros da família ao chegarem na casa onde moram. De acordo com o site, os irmãos do cantor, Randy, Janet e Jermaine, cercaram as crianças e Janet chegou a tentar tirar o celular de Paris. Eles foram levados temporariamente do local.

Tito Joe entrou com uma ação nesta manhã solicitando uma audiência de emergência para resolver a situação. Na tarde de terça-feira, um estranho telefonema entre TJ e Katherine o levou a tomar uma atitude.

“Ela não estava bem. As pausas, a escolha das palavras... Ela não costuma usar frases como a que falou”, disse TJ na audiência.

O juiz pede que os três filhos de Michael não sejam removidos da California sem um ordem da justiça. Segundo o site, as crianças aprovam a mudança de guarda. Eles teriam uma ligação forte com TJ, que esteve muito próximo deles na época da morte do pai.


Que bagunçaaaaaaaa....

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Mãe de Michael Jackson expulsa ex-nora da mansão da família

Enquanto acontece o julgamento do médico Conrad Murray, para detectar se ele foi ou não culpado pela morte de Michael Jackson em 25 de junho de 2009, um outro caso judicial corre por fora nos bastidores da sempre tumultuada família Jackson.

Tudo começou com a leitura do testamento de Michael, que está sendo lido no decorrer do processo sobre a morte do cantor.

De acordo com o site "TMZ", em processo aberto na terça-feira (06), os promotores exigem que Alejandra Jackson abandone a casa da família Jackson, já que ela e seus filhos não aparecem no testamento de Michael Jackson e portanto não têm direito algum à mansão.

Alejandra teve casos com dois irmãos da família Jackson: Jermaine e Randy Jackson. Com cada um deles, teve dois filhos. Agora, Alejandra se instalou na mansão do clã, em Encino, Califórnia, com as quatro crianças.

Katherine Jackson, a matriarca, quer expulsar da mansão familiar a ex-nora. A atitude da matriarca acontece em função do testamento do cantor.

Com a recusa de Alejandra em deixar a casa, entrou em cena a Corte Superior de Los Angeles. A família Jackson pretende reformar a casa, mas só vai iniciar as obras depois que Alejandra e sua prole se retirarem.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Tribunal nega pedido de herança ao pai do cantor Michael Jackson

Joe Jackson, pai de Michael Jackson, teve negado o pedido de herança do Rei do Pop pela Corte da Califórnia, nos Estados Unidos. A negação foi feita na terça-feira. O nome do pai do cantor havia ficado de fora do testamento feito por Michael Jackson, ainda em 2002. No documento, o Rei do Pop colocou como herdeiros apenas a mãe e os três filhos do cantor.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Ex-empresário de Michael Jackson quer parte dos bens do cantor

Tohme alega que tem direito a pelo menos dois milhões de dólares em bens do cantor e 15% do lucro obtido com DVD e ingressos

Mais de um ano depois de sua morte, o cantor Michael Jackson continua causando polêmica. Agora é a vez de Tohme Tohme, o último empresário do cantor, trazê-lo de volta às manchetes. Tohme anunciou que entrou com uma ação na Justiça alegando ter direito a pelo menos dois milhões de dólares do conjunto de bens do astro. O empresário quer que ter acesso a registros detalhados do patrimônio deixado pelo cantor, para se adiantar a possíveis credores.

E não para por aí. Tohme diz que tem direito a 15% dos lucros do documentário This Is It, que mostra os bastidores da turnê do cantor em Londres que não chegou a acontecer, além de vendas de DVD e álbuns. O julgamento da ação foi marcado para o próximo dia 07 de outubro.

AFF que palhaçada ! ... :@@@

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Debbie Rowe perde ação



A justiça norte-americana negou o pedido de 200 mil dólares, mais de 350 mil reais, que Debbie Rowe requisitou da fortuna de Michael Jackson na última quarta-feira, dia 8.

A enfermeira, que é mãe biológica de Paris e Prince Michael, filhos do astro Pop, havia pedido a quantia para pagar os gastos da ação judicial realizada por ela, em 2009, para lutar pela guarda dos filhos, informou o site Radar Online. As crianças estão sob os cuidados da avó paterna, Katherine Jackson, assim como Prince Michael II, filho de uma mulher cuja identidade é desconhecida.

Créditos: Neverland Fórum

O Que Passou Por Aqui !

Saraiva